Vamos falar de...A Árvore dos Segredos, Sarah Addison Allen
#leiturasdeverão
Bla bla bla
Quando gosto de um/a escritor/a tenho o terrível hábito e compulsão para ler tudo o que ele/a escrever.
Daí ter escolhido A Árvore dos Segredos para uma das minhas leituras de férias/verão.

Este livro, não tem tanta "magia" como O Jardim Encantado, como A Magia das Pequenas Coisas nem mesmo como O Quarto Mágico, mas nem por isso é menos interessante.
Esta estória centra-se sobretudo na amizade.
No quão forte uma amizade pode ser.
No longevidade a que uma amizade pode chegar.
Na transformação de uma amizade em variadas formas ao longo do tempo.
Nas amizades improváveis com que nos deparamos.
No que estamos dispostos a fazer por uma amizade verdadeira.
É abordada também a transformação pessoal que ocorre da adolescência para idade a adulta e em como por vezes nos transformamos numa pessoa totalmente diferente do que éramos, do que imaginávamos...
Adorei a pequena passagem da Claire Waverley e da sua sobrinha Bay (personagens de O Jardim Encantado e de A Magia das Pequenas Coisas) e a referência constante do cheiro a pêssegos!
Sinopse
Sarah Addison Allen dá-nos as boas-vindas a uma nova povoação: Walls of Water, na Carolina do Norte, onde os segredos são mais espessos do que o nevoeiro das famosas quedas-dágua da cidade, e as superstições são, de facto, reais.
Willa Jackson vem de uma antiga família que ficou arruinada gerações antes. A mansão Blue Ridge Madam, construída pelo bisavô de Willa durante a época áurea de Walls of Water, e outrora a mais grandiosa casa da cidade, foi durante anos um monumento solitário à infelicidade e ao escândalo. Mas Willa soube há pouco que uma antiga colega de escola a elegante Paxton Osgood - da abastada família Osgood, restaurou a Blue Ridge Madam e a devolveu à sua antiga glória, tencionando transformá-la numa elegante pousada. Talvez, por fim, o passado possa ser deixado para trás enquanto algo novo e maravilhoso se ergue das suas cinzas. Mas o que se ergue, afinal, é um esqueleto, encontrado sob o solitário pessegueiro da propriedade, que com certeza irá fazer surgir coisas terríveis.
Pois os ossos, pertencentes ao carismático vendedor ambulante Tucker Devlin, que exerceu os seus encantos sombrios em Walls of Water setenta e cinco anos antes, não são tudo o que está escondido longe da vista e do coração. Surgem igualmente segredos há muito guardados, aparentemente anunciados por uma súbita onda de estranhos acontecimentos em toda a cidade.
Imagem daqui
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