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Vamos falar de... Bla bla bla

Vamos falar de... Bla bla bla

06
Jan20

Vamos falar de...leituras de 2019


Bla bla bla

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Comecei este blog em Fevereiro de 2019 mas só comecei a fazer posts sobre as minhas leituras em Abril.

Desde Abril e até ao final do ano, li e reli um total de 29 livros.

Em 8 meses dá uma média de três livros e meio por mês.

Não está mau, mas o ideal para mim seria de cinco de livros mês.

 

Eis então a lista, basta clicarem no titulo em questão se quiserem ler o que escrevi sobre os livros em questão:

 

Destes ofereci aqui no blog em passatempos:

 

 

Da lista acima, tenho onze livros que não estão comigo de momento porque estão emprestados e ainda ofereci pelo menos cinco a pessoas que me são chegadas. 

 

Há certos livros que tenho a necessidade de partilhar. Ou porque me identifico de alguma maneira com eles ou porque vi a pessoa a quem o ofereço lá espelhada.

Nem sempre tem a ver com as personagens, com as suas características ou com as estórias mas sim com aquilo que senti, com o sentimento que me transmitiu e que quero transmitir também.

 

Por isso, quem me conhece sabe que não ofereço livros porque não me lembrei de mais nada, mas sim porque lembrei de algo em particular. Porque quando ofereço livros ofereço um bocadinho de mim. Porque essa pessoa é especial.

 

 

Boas leituras para todos!

Para os que já amam ler.

Para os que, quem sabe, lhe tomem o gosto este ano.

 

 

Bla bla bla

 

 

03
Jan20

Vamos falar de...Lago Perdido, Sarah Addison Allen


Bla bla bla

Já li todos os livros desta escritora e felizmente este ficou para último, porque se tivesse sido o primeiro talvez não tivesse lido mais nenhum livro dela.

 

lago.jpg

 

Gosto muito dos livros dela porque têm um toquezinho de magia, focam-se muito na amizade, na família, na esperança e no renascer.

Este é muito sem sal. Estória muito batida, as reviravoltas são mais do que esperadas, final sem surpresa.

 

O cliché de viúva/o, que contra todas todas as expectativas, reencontra o amor sempre me enervou.

Não é que não possa acontecer mas este desenrolar foi demasiado cor de rosa para o meu gosto.

A única personagem de quem gostei e sobre quem queria ter lido mais foi Selma, uma femme fatal, com a benção/maldição de possuir 8 feitiços para roubar maridos a outras mulheres.

 

 

Sinopse

A primeira vez que Eby Pim viu Lago Perdido foi num postal. Apenas uma fotografia antiga e algumas palavras num pequeno quadrado de papel pesado, mas quando o viu soube que estava a olhar para o seu futuro.
Isso foi há metade de uma vida. Agora Lago Perdido está prestes a deslizar para o passado de Eby. O seu marido George faleceu há muito tempo. A maior parte da sua exigente família desapareceu. Tudo o que resta é uma velha estância de cabanas outrora encantadoras à beira do lago a sucumbirem ao calor e à humidade do Sul da Georgia, e um grupo de inadaptados fiéis atraídos para Lago Perdido ano após ano pelos seus próprios sonhos e desejos.
É bastante, mas não o suficiente para impedir Eby de abrir mão de Lago Perdido e vendê-lo a um empreiteiro. Este é por isso o seu último verão no lago… até que uma última oportunidade de reencontrar a família lhe bate à porta.

 

Imagem daqui

 

 

Bla bla bla

02
Jan20

Vamos falar de...As Esquinas do Tempo, Rosa Lobato Faria


Bla bla bla

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Assim que vi neste post que a imsilva tinha lido o As Esquinas do Tempo por minha influência agarrei-me logo a relê-lo e, como me acontece sempre com os livros desta escritora, fiquei agarrada a ele durante três curtos dias até o terminar.

Acho que a imsilva ainda não ficou  convencida mas eu fiquei siderada.

 

Não sei se isto me acontece porque me identifico com a escritora, com as personagens, com os sentimentos e emoções que ela traduz.

Ou quem sabe, nalguma esquina do tempo as nossas vidas se tenham cruzado...

 

A sinopse é bastante explicita.

No livro por vezes há saltos, no tempo e nas personagens, que podem confundir os leitores menos acostumados a este método de escrita alucinado da Rosinha.

O final para mim é arrebatador, demente.

 

 

Há por aí fins do Matrix? Esta é uma versão portuguesa e romanceada de realidades alternativas, saltos no tempo, vidas trocadas, que é ficção obviamente mas... será mesmo? Ou nós é que escolhemos o comprimido azul ao invés do vermelho. (Não liguem, a alucionada aqui sou eu!)

 

 

Sinopse

"Quando Margarida chegou à Casa da Azenha teve aquela sensação, não desconhecida mas sempre inquietante, de já ter estado ali."

Margarida é uma jovem professora de Matemática. Um dia vai a Vila Real proferir uma palestra e fica hospedada num turismo de habitação, casa antiga muitíssimo bem conservada e onde, no seu quarto, está dependurado o retrato a óleo de um homem que se parece muito com Miguel, a sua recente paixão.
Por um inexplicável mistério, na manhã seguinte Margarida acorda cem anos atrás, no seio da sua antiga família.
Sem perder consciência de quem é, ela odeia esta partida do tempo. Mas aos poucos vai-se adaptando. Conhece o homem do quadro e apaixona-se por ele. Quando ele morre num acidente, Margarida regressa ao presente.

Romance simultaneamente poético e fantástico, As Esquinas do Tempo é mais uma prova do indesmentível talento literário de Rosa Lobato de Faria.

 

 

Bla bla bla

01
Jan20

Vamos falar de...A maldição do Marquês, Tiago Rebelo


Bla bla bla

Já publiquei muitos posts sobre este livro no seguimento do passatempo que foi ganho pela Marquesa de Marvila (juro que a ironia é pura coincidência!) mas estava a dever o post sobre a minha opinião pessoal sobre este livro.

 

 

maldiçao.jpg

 

 

Leio romances históricos com conta, peso e medida.

E isto acontece porque tenho a mania de perder tempo a investigar para poder perceber e separar dentro da minha cabeça o que é ficção do que é realidade.

 

Nunca tinha lido nada deste prolifero escritor e o livro dele chamou-me a atenção por ser sobre o Marquês de Pombal, personagem que sempre me intrigou tanto pelo seu génio como pela sua reputação de macabro por autoria da conspiração que conduziu ao massacre dos Távora.

 

O livro impõe respeito com as suas 576 páginas mas assim que o começamos a ler o nosso coração (e cabeça) descansam e relaxam graças à sua escrita simples, de leitura fácil e intrigante. Os capítulos são muito pequenos e acabamos um com vontade de ler sempre só mais um.

É mesmo muito fácil e prazenteiro seguir o desenrolar da estória.

 

Sendo lisboeta e conhecendo todos os locais a que o autor se refere conferiu outro encanto e dei por mim a querer revisitar alguns desses locais para poder neles rever a passagem de mais de 250 anos.

 

Em termos históricos não acrescentou nada que eu já não soubesse mas eu já conhecia bem esta história.

As intrigas palacianas estão relatadas sem se adensarem demasiado.

 

 

Gostei muito deste livro e se gostam de romances históricos aconselho vivamente!

 

 

 

Sinopse

José Policarpo de Azevedo, criado de um dos fidalgos mais poderosos do reino, condiciona involuntariamente os mais dramáticos acontecimentos, que mudaram Portugal no século XVIII. 
D. José reina, mas delega todas as decisões no omnipotente marquês de Pombal, que trava uma guerra de morte com a velha nobreza e os padres jesuítas.

O terramoto que arrasa Lisboa, a revolta dos índios brasileiros e o atentado contra o rei são oportunidades históricas aproveitadas com exímia mestria política pelo maquiavélico marquês de Pombal para ganhar definitivamente o poder.

Mas, a todo o momento, a obscura figura de José Policarpo de Azevedo intromete-se nos planos do homem forte do reino, que inicia uma longa e implacável perseguição para o capturar e executar. 
O destino do único e misterioso sobrevivente do massacre dos Távora, mantido em segredo durante séculos, é finalmente revelado.

Baseado em factos verídicos A Maldição do Marquês é uma descrição imparável das intrigas palacianas e das lutas pelo poder; dos casamentos, das traições e das luxúrias na Corte de D. José; e também uma secreta e improvável história de amor capaz de sobreviver a todas as provações.

 

 

Bla bla bla

 

 

29
Nov19

Vamos falar de...Vencedor do passatempo

A Maldição do Marquês de Tiago Rebelo


Bla bla bla

 

Imagino que a esta hora já estejam todos em pulgas para saberem quem foi o feliz contemplado do passatempo para ganhar o livro A Maldição do Marquês do Tiago Rebelo.

 

Não digam que não que eu bem sei que sim, as visualizações neste meu tasco mão enganam e estão ao rubro...

 

Pois bem...

 

Desta vez o vencedor foi alguém aqui do charco... e não foi um qualquer... Isto é um passatempo de topo, até a realeza concorre!

 

Não estão a ver quem foi? Raisparta! 

 

 

Pronto eu digo!

 

 

Foi o nº 53!

53.png

 

Não sabem qual o vosso número??? Pffff....

 

 

Eis quem ficou com o 53:

 

resposta 53.png

 

 

Se era da realeza só podia ser a Marquesa de Marvila, num é minha gente?!

 

 

Cara Marquesa, queira por favor entrar em contacto comigo para o email vamosfalarde.sapo@sapo.pt os dados (Nome, Morada e Código Postal) para que possa enviar o  livro para o seu palacete, bale?!  Ou então convide-me para um cházinho no solar para lho entregar pessoalmente!  

 

 

Bla bla bla

 

28
Nov19

Vamos falar de...Pré Black Friday

Livro grátis!!!!


Bla bla bla

 

Eu sei que já estão pelos cabelos com isto mas hoje é o ÚLTIMO DIA para se inscreverem e não podia deixar de relembrar.

 

Se querem ganhar o livro A Maldição do Marquês de Tiago Rebelo só têm de ir a este post aqui e deixar um comentário nesse post a dizer "Eu quero o livro A Maldição do Marquês do Tiago Rebelo oferecido pela Bla e pela Asa/Leya".

 

 

maldiçao.jpg

 

 

Neste momento são 80 os inscritos: 43 bloggers e 37 leitores. Ainda assim continuo a acalentar a esperança de que até ao final do dia de hoje se inscrevam as 20 pessoas que faltam para chegar aos tão almejados  3 dígitos com 100 inscritos e assim obrigar o Triptofano a fazer o desafio proposto! 

 

 

Bla bla bla

 

 

21
Nov19

Vamos falar de...passatempo (outra vez!)

A Maldição do Marquês do Tiago Rebelo


Bla bla bla

 

 

Não querendo ser chata (mas já estando a ser) relembro:

  • que está a decorrer passatempo!
  • que o passatempo é para se habilitarem a ganhar o novo livro A Maldição do Marquês do Tiago Rebelo;
  • que para se habilitarem a esta oferta só tem de ir a este post aqui e deixar o seguinte comentário "Eu quero o livro A Maldição do Marquês do Tiago Rebelo oferecido pela Bla e pela Asa/Leya";
  • que até o Triptofano se dignou a apoiar-me nesta parceria e fez um post espetacular sobre isso aqui;
  • que se se chegar aos 100 participantes o Triptofano vai compremeteu-se a "fazer e a partilhar nas redes sociais um desafio que a comunidade tenha em consenso decidido que eu era merecedor de realizar!"
  • que neste momento estão 71 inscritos pelo que só faltam 29!
  • que tem até dia 28 de Novembro para se inscreverem (faltam 7 dias!).

 

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Do que é que estão à espera?!?

Ide!

 

Bla bla bla

 

 

P.S.: O livro está a ser muiiiiiiito bom! Mas oportunamente escreverei sobre isso

 

31
Out19

Vamos falar de...Sapos do Ano

Nomeações 2019 - Livros


Bla bla bla

Dado o meu grande amor por livros confesso que fiquei muito contente por ter sido nomeada para esta categoria em particular  

 

SAPOS DO ANO 2019

LIVROS

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Amanhã serão anunciados os cinco finalistas.

Entretanto espreitem (e sigam) os restantes nomeados:

A mulher que ama livros - https://amulherqueamalivros.pt/

Bibvirtual - https://bibvirtual.blogs.sapo.pt

Desabafos Agridoces - https://desabafosagridoces.blogs.sapo.pt/

Histórias à Beira Rio - https://historiasabeirario.blogs.sapo.pt

Horas Extraordinárias - https://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt

Livrologia - https://livrologia.blogs.sapo.pt/

Livros de cabeceira e outras histórias - https://happy-stiletto.blogs.sapo.pt/

Livros que são amigos - https://livrosecoisasdavida.blogs.sapo.pt

My Books News - https://mybooksnews.com/

Nariz de Cera - https://narizdecera.blogs.sapo.pt/

O Livro Pensamento - https://olivropensamento.blogs.sapo.pt/

Stone Art Books - https://stoneartbooks.blogs.sapo.pt/

Vamos Falar de… bla bla bla - https://vamosfalardeblablabla.blogs.sapo.pt/

Ministério dos Livros - https://ministeriodoslivros.blogs.sapo.pt/

 

 

O meu agradecimento  para quem votou em mim e ainda para a Magda e o David que se dispõe a esta herculanea tarefa.

 

 

Bla bla bla

 

31
Out19

Vamos falar de...Novo Passatempo!!!

Oferta de Livro: A Maldição do Marquês de Tiago Rebelo


Bla bla bla

 

Sempre querem um livro?

Grátis!?!

Sim, a partir de hoje já se podem inscrever no passatempo!

 

Desta vez a Leya/Asa presenteiam-nos com o novíssimo livro A Maldição do Marquês de Tiago Rebelo.

 

nv maldição.png

 

Confesso que este livro me chamou muito atenção porque sempre tive um fascínio mórbido pela história do Marquês de Pombal e dos Távora; tive a oportunidade de estudar o tema um bocadinho mais a fundo na faculdade e portanto estou curiosa por ver qual das teorias este escritor optou por seguir.

 

 

Ao longo do mês de Novembro vou falar sobre este livro e escritor, para relembrar os mais distraídos que está a decorrer este passatempo, para vos dar o meu feed sobre a leitura e, quem sabe, mais alguma surpresa

 

 

À semelhança dos passatempos anteriores, para se habilitarem a esta maravilhosa oferta têm apenas de fazer comentário neste post a dizer: "Eu quero o livro A Maldição do Marquês do Tiago Rebelo oferecido pela Bla e pela Asa/Leya".

Façam copy paste  para ser mais fácil

Serão aceites os comentários feitos até dia 28-11-2019 e o vencedor será anunciado aqui no blog no dia 29-11-2019.

Os comentários válidos serão numerados por ordem de entrada e depois será sorteado o nº através do sistema Random (https://www.random.org).

Boa sorte!

 

 

Sinopse

José Policarpo de Azevedo, criado de um dos fidalgos mais poderosos do reino, condiciona involuntariamente os mais dramáticos acontecimentos, que mudaram Portugal no século XVIII. 

D. José reina, mas delega todas as decisões no omnipotente marquês de Pombal, que trava uma guerra de morte com a velha nobreza e os padres jesuítas.

O terramoto que arrasa Lisboa, a revolta dos índios brasileiros e o atentado contra o rei são oportunidades históricas aproveitadas com exímia mestria política pelo maquiavélico marquês de Pombal para ganhar definitivamente o poder.

Mas, a todo o momento, a obscura figura de José Policarpo de Azevedo intromete-se nos planos do homem forte do reino, que inicia uma longa e implacável perseguição para o capturar e executar. 

O destino do único e misterioso sobrevivente do massacre dos Távora, mantido em segredo durante séculos, é finalmente revelado.

Baseado em factos verídicos «A Maldição do Marquês» é uma descrição imparável das intrigas palacianas e das lutas pelo poder; dos casamentos, das traições e das luxúrias na Corte de D. José; e também uma secreta e improvável história de amor capaz de sobreviver a todas as provações.

Com uma carreira literária de quase vinte anos, marcada por alguns dos títulos de maior êxito entre os autores portugueses deste século, Tiago Rebelo é um escritor de histórias empolgantes e de personagens consistentes e tocantes a que não se consegue ficar indiferente. Autor versátil, capaz de enveredar por diferentes géneros literários, regressa agora ao romance histórico com mais uma obra incontornável depois de sucessos como «O Tempo dos Amores Perfeitos», «O Último Ano em Luanda» e «Romance em Amesterdão», entre muitos outros . Os seus livros estão publicados em países como Angola, Moçambique, Brasil, Itália, Suíça, México, Argentina ou Roménia. 

A par da atividade literária, Tiago Rebelo tem uma longa carreira no jornalismo.

 

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29
Out19

Vamos falar de...como aceder aos passatempos

Livro grátis... em breve!


Bla bla bla

 

Como já anunciei aqui, muito em breve irei lançar novo passatempo mediante o qual irei oferecer um livro.

Grátis.

E para se habilitarem apenas vai ser preciso fazerem um comentário no post do passatempo.

 

Para referencia futura deixo aqui como podem saber se está a decorrer algum passatempo ou consultarem os passatempos já decorridos.

 

 

Para consultarem os passatempos a decorrer no computador:

site para computador

 

site pc 3

 

 

Para consultarem os passatempos a decorrer no telemóvel:

 

site telemóvel 1

 

 

E depois

site telemóvel 2

 

 

Se fizerem scroll até ao fim da página também podem aceder aqui

site telemóvel 4

 

 

 

Para consultarem os passatempos já decorridos no computador:

 

site para computador 2

 

 

Para consultarem os passatempos a decorrer no telemóvel:

site para telemóvel 3

 

 

E pronto, para vos compensar da maçada deste post, divulgo já alguns detalhes do próximo passatempo.

  • Vai ter inicio no dia 31 de Outubro;
  • Vai decorrer até 28 de Novembro;
  • É de um escritor português;
  • O livro foi publicado este mês.

Palpites?!?

 

 

E mais não digo...por agora!

 

 

Bla bla bla

 

24
Out19

Vamos falar de... Pedro Chagas Freitas

e o meu romper com exclusões patetas


Bla bla bla

Não sou grande fã de estórias de amor com final feliz, daqueles que terminam com o par romântico de mãos dadas a ver o por do sol à beira mar depois de terem ultrapassado um qualquer obstáculo que ameaçava os alicerces da relação.

 

Não gosto que se fale e analise exaustivamente os sentimentos.

 

Nas minhas estórias preferidas o protagonista vive atormentado, morre ou vê morrer o objeto da sua paixão, há sempre mortos e solidão, há amores e ódios viscerais, e quando chegamos ao fim sentimos o coração um bocadinho pesado.

 

 

Por causa disso tenho o hábito de fugir de livros com saquinhos, fitinhas e purpurinas e da mesma forma também não me costumo aproximar de livros que contenham no título a palavra amor e seus derivados e variantes.

 

 

Mas, como já disse aqui várias vezes, este ano decidi-me a romper com todo o tipo de preconceitos e até mesmo a contrariá-los.

Nem sempre corre bem mas na maior parte das vezes admito que tenho vindo a ser surpreendida pela positiva.

 

E é por isso que venho aqui falar-vos do novo livro do Pedro Chagas Freitas, autor do qual ainda não li absolutamente nada.

 

 

Noutra vida, eu e o Pedro trabalhámos na mesma empresa; se lhe dissessem o meu nome ele não se lembraria de mim, se lhe mostrassem uma foto provavelmente juraria a pés juntos que nunca me viu mais gorda. 

Na altura eu era apenas uma gaiata insignificante, o meu trabalho consistia em levar cafés, atender telefones e pouco mais. Era tão invisível no meio de jornalistas, redatores, editores e escritores de alto gabarito que cheguei a temer ficar literalmente transparente.

Nunca levei café ao Pedro, ele nunca me pediu para lhe fazer uma chamada, nunca me pediu para fazer reservas em restaurantes ou hotéis, nunca me pediu um copo de água... na verdade, tenho quase a certeza de que ele nunca olhou para mim e não sabe portanto sequer que eu existo.

 

Por parvoíce minha, nunca li absolutamente livro nenhum de escritores que tal como eu tivessem tido o infortúnio de ter trabalhado naquela malfadada empresa.

Obviamente que esta resolução é uma parvoíce já que uma pessoa não é o reflexo de uma empresa ou de um trabalho; afinal também eu trabalhei lá e por muito triste que tenha lá sido isso não deveria de influenciar a minha opinião acerca das pessoas que também lá trabalharam.

 

 

Como já disse não li nada sobre o Pedro pelo que não tenho uma opinião formada mas pelo que já sabia, pelo que pesquisei e é do conhecimento publico, é um escritor proliferisíssimo, está envolvido em imensos projetos literários e de escrita criativa e é muito aclamado pela critica.

 

No próximo dia 29 de Outubro a LeYa/Oficina do Livro publicam o seu novo livro M#rda! Amo-te,

MERD.jpg

 

Caso queiram assistir ao lançamento do livro estão para já marcadas duas sessões:

  • Lisboa no dia, 29 de outubro, às 18h30, na FNAC Colombo, com Ana Rita Clara e Rui Miguel Mendonça;
  • Porto no dia 8 de novembro, às 21h, na FNAC Norteshopping, com Sónia Araújo e Rute Marinho.

PCF.jpgO ponto de partida é, como habitual no autor, desarmante: “o amor é a pior coisa do mundo e não há nada melhor.”

O livro conta a história de uma escritora de livros infantis e de um humorista, protagonistas de um romance que nos questiona: saberemos mesmo quem somos? Conhecemos mesmo a pessoa que amamos? E, afinal, o que somos capazes de fazer por amor?

 

 

Sinopse

Saberemos mesmo quem somos? Conhecemos mesmo a pessoa que amamos? E, afinal, o que somos capazes de fazer por amor? Uma história de amor arrepiante, viciante, emocionante.
Uma escritora de livros infantis e um humorista são os protagonistas de um romance que não vai conseguir parar de ler.

«Amo-te. Amo-te acima do que possas imaginar, acima do que eu conseguiria imaginar. Amo-te acima de tudo e preciso que fiques acima de tudo. Preciso que fiques para mim, para ocupares o espaço que egoisticamente reservei para ti. Ouve-me. Ouve-me bem. Ouve-me e percebe a dimensão da minha falha, a largura incomportável da fenda que nos separou tantas vezes. Não quis magoar-te. Nunca quis magoar-te. Só quis proteger-te, salvar-te de mim. Sou demasiado humano para que alguém como tu me ame. Julguei-me capaz de te fugir e cada vez ia ficando mais perto de ti, mais dentro de ti. Não te amo, posso dizer. Não te amo porque o que te sinto é como o que sou. Amo-me e tu és parte do que eu sou. Amo-te porque és eu, pode ser esta a definição que consigo agora. Desculpa.»

 

 

Vou tentar arranjar um exemplar para oferecer aqui (sem promessas!).

De qualquer modo, vou por este livro na minha lista de pedidos para o Pai Natal para o ler ainda este ano e romper assim definitivamente com esta mania parva de alienar livros/escritores por motivos infundados.

 

 

E vocês? Já leram algum livro do Pedro Chagas Freitas? Algum que recomendem mais?

 

 

Bla bla bla

23
Out19

Vamos falar de...brevemente

Passatempo: Livro grátis


Bla bla bla

brevemente.png

 

Mais um livro grátis. Sim grátis! Completamente grátis, sem portes nem nada.

Não precisam de preencher um formulário.

Nem seguir o meu blog.

Nem ir ao facebook, instagram ou outra cena do género.

É só mesmo deixar comentário no post do passatempo.

 

 

E participem por favor! Caso contrário qualquer dia não recebo mais livros para oferecer devido à fraca participação... e a culpa vai ser vossa... pelo que aviso já a todos os que passam aqui que se não participarem no próximo passatempo vou fazer uma macumba para vos causar pesadelos todas as noites em que vos dou com livros na cabeça ao som da música do bla bla bla do Banco CTT  Depois não digam que não avisei!

 

 

Bla bla bla

18
Out19

Vamos falar de... Sétimo Véu, Rosa Lobato Faria


Bla bla bla

sétimovéu.png

 

Fico sempre deprimida quando acabo de (re)ler mais um livro da Rosa Lobato Faria simplesmente por chegar ao fim.

As suas personagens são tão ricas que chega a parecer que as conhecemos, que fazem ou fizeram parte da nossa vida e da nossa estória.  Rimos das suas alegrias e choramos com as suas tristezas.

 

 

O Sétimo Véu é uma saga familiar na qual a pouco e pouco se vão levantando os vários véus que nos vão dando a conhecer a vida, amores, paixões, ódios e segredos das mulheres de uma família abastada.

 

É estonteante ver como esta escritora consegue descrever com tamanha facilidade o dia-a-dia da vida de pessoas abastadas como o faz com a mesma desenvoltura para uma família de saltibancos (em O Pranto de Lúcifer); faz-me pensar que vivências experienciou ela ou com que pessoas se terá ela relacionado e quiçá assim ter-se "apropriado" das suas estórias... isto não pode ser só imaginação... tem mais qualquer coisa.

 

 

Sinopse

Uma mulher procura a razão do seu inexplicável sentimento de culpa na história da sua família. Que memórias terá herdado, que circunstâncias poderão tê-la condicionado? Uma saga familiar, ao longo do último século, no discurso direto de várias narradoras.

«Dotada de uma esplendorosa imaginação gótica, Rosa Lobato de Faria evidencia, como poucos romancistas, o poder, típico dos grandes ficcionistas, de aprisionar com firmeza o leitor no interior do seu fascinante universo, "fechando-o", durante duas ou três horas, a qualquer contacto com o mundo "cá de fora". Um notabilíssimo talento.»
EUGÉNIO LISBOA

 

 

Bla bla bla

14
Out19

Vamos falar de... Feitiço da Lua, Sara Addison Allen


Bla bla bla

 

Já falei de quatro livros desta escritora e tenho gostado tanto dos livros dela que decidi reler o livro pelo qual fiquei a conhecê-la e que li pela primeira vez à mais de dez anos.

 

 

feitiçolua.png

O Feitiço da Lua é mesmo muito bonito e mimoso, cheio de magia. 

Esta escritora é eximia a dar pequenos toquezinhos mágicos a personagens, estórias, lugares... Com este livro ficamos cheias de vontade de ir para a cozinha fazer bolos, damos connosco a sentir um cheiro doce no ar, a ver um vislumbre de luz, a pensar que papel de parede retrataria o nosso estado de espírito naquele momento, a desejar ter conhecido aquele gigante gentil...

 

 

Não quero que me venham acusar de ser anti-feminista ou que estou a fazer discriminação de género mas, esta escritora em particular, será mais do agrado das mulheres... em particular das sonhadoras.

 

 

Sinopse

No seu mais recente romance mágico, Sarah Addison Allen convida-nos a visitar uma pitoresca cidade do sul dos Estados Unidos onde duas mulheres bem diferentes descobrem como encontrar o seu lugar no mundo - por mais deslocadas que se sintam.

Emily Benedict vai para Mullaby, na Carolina do Norte, na esperança de pelo menos resolver alguns dos mistérios que rodeiam a vida da mãe. Porém, assim que Emily entra na casa onde a mãe cresceu e trava conhecimento com mo avô, cuja existência sempre desconhecera, descobre que os mistérios não se resolvem em Mullaby, são um modo de vida: o papel de parede muda de padrão para se adequar ao estado de espírito do ocupante do quarto, luzes inexplicáveis dançam pelo quintal à meia-noite e uma vizinha, Julia Winterson, cozinha esperança sob a forma de bolos, desejando não apenas satisfazer a gulodice da cidade mas também reacender o amor que receia ter perdido para sempre. Mas porque desencorajam todos a relação de Emily com o atraente e misterioso filho da família mais importante de Mullaby? Ela veio para a cidade a fim de obter respostas, mas tudo o que encontra são mais perguntas.
Um bolo de colibri poderá trazer de volta um amor perdido? Haverá mesmo um fantasma a dançar no quintal de Emily? As respostas não são o nunca o que esperamos, mas nesta pequena cidade de adoráveis desadaptados, o inesperado faz parte do dia-a-dia.

 

 

Bla bla bla

 

14
Out19

Vamos falar de... Passatempo:o Resultado!

Marta, PJ Vulter


Bla bla bla

Chegou o dia de anunciar o vencedor do 2º passatempo que estou a desenvolver aqui no blog.

 

Para os que não sabem do que estou a falar (não sei como é possível já que eu não me calo com isto!) podem saber mais aquiaqui, aqui e aqui! E como já disse, não me calei com isto, pelo que também toquei neste assunto ainda aqui!

 

 

marta.png

 

Pois então, não vou estra com mais demoras, o vencedor do livro da Cool Books/Porto Editora Marta escrito por PJ Vulter é...

 

 

Wait for it!!!

 

 

random-marta.png

 

 

 

 

Quem ficou com o nº 6 ???

 

 

 

6 marta.png

 

 

#6 Bia  muitos parabéns!!!

Por favor envia-me para o email vamosfalarde.sapo@sapo.pt os teus dados (Nome, Morada e Código Postal) para que te possa enviar o  livro

 

Para os que não sabem a Bia também tem um blog aqui no sapo, é Um Diário de Rabiscos que tomo a liberdade de vos convidar a ir conhecer

 

 

Para os restantes, continuem a tentar!

Quanto mais pessoas concorrerem mais livros irei ter para oferecer e logo mais oportunidades terão vocês também de ganhar!

 

 

Bla bla bla

07
Out19

Vamos falar de...Entrevista com o escritor PJ Vulter

Autor do livro MARTA


Bla bla bla

 

 

Está a decorrer o passatempo para ganharem o livro Marta de PJ Vulter, se ainda não se inscreveram podem fazê-lo aqui.

 

Tinha prometido publicar uma "entrevista" para ficarem a conhecer melhor o autor e portanto aqui a têm.

Relembro que não sou jornalista de profissão (!) e, caso queiram conhecê-lo melhor convido-vos a visitarem também o seu blog aqui.

 

 

1. Porquê "PJ Vulter"? Qual a origem da escolha de um pseudónimo tão fora do vulgar?

A resposta a esta pergunta é simples; ainda que longa... As razões são apenas simbólicas. Por um lado, quis demarcar-me - simbolicamente - dos meus trabalhos anteriores, porque queria fazer um restart; e queria, também, saber que opiniões teriam sobre "Marta" se não soubessem quem eu era de facto. Essa foi a razão primeira por que adoptei por um pseudónimo e não fiz lançamento. Por outro lado, quando ponderei adoptar um pseudónimo, queria que o mesmo fosse também emblemático; já que iria abdicar do meu nome de nascimento, para além de querer encontrar um nome que se destacasse de alguma maneira, queria também que nele tivesse contido – ainda que simbolicamente – parte da minha identidade. PJ Vulter corresponde a isso tudo…
PJ que corresponde às iniciais dos meus dois primeiros nomes: Paulo Jorge. E Vulter corresponde à tradução para o inglês – porque, como se costuma dizer, o inglês fica sempre bem – de Condor; um animal forte que voa alto e com o qual sempre tive uma identificação muito forte.
 
 
 
2. Marta é uma personagem ausente mas que ao mesmo tempo se encontra até demasiado presente. Marta imiscuía-se nas conversas e vida dos restantes personagens; sentia que ela também se imiscuía na sua escrita sem que se apercebesse? 
Sem dúvida nenhuma… Mas no meu caso todas as personagens têm um determinado grau de influência; tem que ver com o meu método de trabalho. Ao contrário de muitos escritores, eu gosto de dar rédea solta às minhas personagens; crio-as q.b. e depois vou deixando que se revelem, aos poucos e poucos, mostrando as verdadeiras cores e (porque não?) surpreendendo-me. Faz parte da minha aventura de escrever… Por exemplo, o pai do Rodrigo, o Afonso Albuquerque, «nasceu» uma figura austera e incapaz de um gesto de solidariedade; e depois…
Respondendo mais diretamente: a Marta imiscuiu-se na minha escrita no momento em que eu conheci a Teresa…
Teresa surgiu-me como uma menina de boas famílias, sem problemas de maior, mas - quando lhe dei voz – surpreendeu-me. Contou-me da dor que sentia, da assombração em que vivia; falou-me da Marta… Foi aí, nessa altura, que eu soube, pela primeira vez, da Marta; quando a Teresa me relatou o pesadelo que a atormentava: o rosto da Marta a afundar-se debaixo das águas. Mas desse momento em diante a Marta estava em todo lado. Marta não estava só em Teresa; Marta estava em Maria, no avô Antunes, no padre António… Todos os personagens tinham a Marta infiltrada nalgum aspecto da sua vida. Marta, Marta, Marta… Marta tornou-se um fantasma tão forte que, mesmo não existindo na própria história – nem como espírito nem como personagem -, assombrava toda a gente, e de tal maneira, que acabou por se assenhorear do protagonismo do romance e do próprio título.
 
 
 
3. Ao ler o livro, sente-se uma espécie de aprisionamento no início e do qual nos vamos libertando a pouco e pouco.
Com o último ponto final do livro, e enquanto escritor, também se conseguiu libertar ou "Marta" ainda o atormenta?
Eu acho que todos os escritores têm as suas «Martas»; e eu também… É isso que nos impulsiona a escrever e a contar histórias. E essas histórias abordam – recorrentemente – as mesmas temáticas ou, então, assuntos relacionados, porque são esses os assuntos e os temas que nos preocupam, que mexem connosco, que nos importam; são as nossas inquietações enquanto seres humanos. O escritor é um ser humano e, enquanto os outros seres humanos falam com os amigos sobre o que os preocupa, o escritor escreve… E eu escrevo sobre as minhas «Martas».

E, dito isto, acho que a resposta é: sim, continuo atormentado.
 
Embora deva esclarecer que não é esta Marta, a do livro, que me atormenta; ela nunca me atormentou, porque os mortos não atormentam ninguém… O que me atormentava, então, era o sofrimento da Teresa e de todos os outros que viviam subjugados por aquilo que Marta significava; e que nem culpa tinha. São os significados e consequência dos significados das «Martas» - que acima referi - que me atormentam… O que quer dizer que continuo a ter muita coisa sobre a qual escrever.
 
 
 
4. O que nos pode revelar acerca do novo romance que está a preparar?
Isto é capaz de ser um pouco surpreendente, mas «Marta» foi escrito em 2008… E nestes 11 anos já escrevi muitas coisas. E devo dizer que a minha escrita, neste tempo, evoluiu bastante. Enquanto escritor, eu procuro a evolução permanente; quer em termos de qualidade técnica, quer em termos ensaístas: gosto de arriscar novas abordagens a temas diferentes e por aí em diante… É por esse motivo que me considero um escritor multigénero; «Marta» é uma novela de contextualização Histórica, mas já escrevi Fantástico, policiais, Thrillers… Gosto de ter ao dispor todas as ferramentas que a literatura me disponibiliza para retratar as situações que me inquietam. Dito isto, o último romance que escrevi – terminada, a primeira versão, em Junho – é sobre um artefacto do futuro que é entregue a alguém do passado; a curiosidade, aqui, é que é a pessoa no futuro que decide entregar esse artefacto a si próprio no passado com o intuito de garantir que determinados eventos ocorram de forma diferente. Mas não se tratam de questiúnculas pessoais, são assuntos de interesse para a humanidade… Este romance faz parte de um conjunto de três romances - não dependentes uns dos outros, mas interdependentes; dois estão escritos, falta o terceiro. Neste momento, escrevo um outro romance, um policial; é sobre um inspector da PJ que recebe uma boa notícia e resolve ir passear até à Ericeira… E, a partir daí, há uma série de eventos que tem lugar e que colocam numa investigação onde a sua própria vida é ameaçada. Ainda está em construção, por isso não posso dizer muito mais, mas toco assuntos como a DPOC, o tabagismo, a solidão, o amor, a perda…
Quero dizer ainda - e só para terminar – que acho que o romance é como o ser humano… Nós somos isto, factualmente: uma máquina que não entendemos muito bem como funciona. E depois somos também aquilo; fascinantes na nossa forma de ver e de estar no mundo; tão fascinante que ninguém é igual a ninguém. E um romance é assim, é um livro; mas é a multiplicidade de dimensões que encerra, as histórias e historinhas de cada personagem, os enredos e subenredos, os detalhes que distinguem cada uma das personagens e que as caracterizam – e as suas bengalas – que o tornam um pedaço de magia incontornável. Um romance não é a essência da humanidade passada a papel, mas anda muito próximo disso; porque a literatura deve imitar – ainda que só q.b. – a realidade.
 
 
 
Espero que tenham gostado e não se esqueçam de se inscreverem no passatempo 
 
 
 
 
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07
Out19

Vamos falar de...novo livro de Isabel Allende!!!

Longa Pétala de Mar


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Eu já sabia, já estava à espera mas agora com a confirmação oficial de que está para breve não consigo evitar, o meu coração acelera e entro em frenesim.

 

O novo livro da Isabel Allende está prestes a ser publicado e eu mal posso esperar, quero já tratar da compra em pré-venda, todos os outros livros vão ter de esperar, este tem prioridade sobre todos, mesmo sobre os que já iniciei a leitura e que vão ficar em stand by.

 

 

Longa-Pétala-de-Mar.jpg

Creem vocês que enlouqueci, que raio de pessoa se deixa envolver tanto por um escrito assim, parece que está parva ou louca, mas é mais forte que eu, não consigo controlar, é intrínseco a mim, está-me gravado na alma.

 

Não são todos os livros ou escritores que me agitam desta maneira mas Isabel Allende é sem dúvida uma delas.

 

 

Desculpem o desabafo, que post mais sem interesse nenhum, mas estava roídinha, tinha de escrever, partilhar, extravasar...

 

 

Bla bla bla

03
Out19

Vamos falar de...Marta, PJ Vulter

Passatempo: Oferta de livro


Bla bla bla

Descobri este livro e escritor por mero acaso.

Andava à procura de escritores que tivessem blogs e deparei-me com o blog do PJ Vulter, mesmo aqui em terras do Sapo.

 

Como sem vergonha que já sabem que sou , não tive qualquer pejo em entrar em contacto com ele para o convidar a participar nesta parceria comigo.  Felizmente ele aceitou, eu tive a oportunidade de ler o seu livro e um de vocês terá a sorte de o receber!

 

 

Sempre tive algum receio em ler livros de escritores que não conheço mas desde o inicio do ano que me propus a contrariar essa tendência e devo dizer que tem corrido bem e mais uma vez fui surpreendida pela positiva.

 

marta.png

 

Marta é a personagem que roubou a este livro  não só o título como também o protagonismo da estória, embora tenha falecido à 20 anos atrás. Mesmo assim confesso que gostaria de ter lido ainda mais acerca dela.

 

O livro é pequeno e antes ainda de chegar a meio pensei que tinha descortinado o final; enganei-me parcialmente já que o desfecho não é tão rocambolesco como a minha mente, habituada a finais inesperados dos romances de cordel, havia imaginado. 

 

A trama é viciante, lemos o livro num ápice com a sanha de saber o que afinal aconteceu a Marta, mas mesmo assim, eu gostaria de ter lido muito mais.

 

A principal crítica que tenho a apontar tem a ver com o desenvolvimento das personagens que acho que poderiam ter sido construidas mais ricamente, gostaria de saber mais pormenores das suas vidas, das suas personalidades, dos seus pensamentos.

 

 

Certamente irei ler todos  os livros que forem publicados deste escritor que me cativou com o enredo e com as palavras que tive o prazer de trocar com ele entretanto.

 

Em breve irei publicar uma "entrevista" muito breve que o escritor gentilmente aceitou fazer comigo e que recomendo vivamente, é um encanto "ouvi-lo falar" sobre os livros e sobre escrever.

Se quiserem saber mais sobre ele aconselho também que visitem (e sigam!) o blog dele ao qual podem aceder aqui.

 

 

E por esta altura, vocês já estão para aí a vociferar Mas como é que é que ganho o livro pah?! e portanto vamos ao que interessa.

À semelhança do passatempo anterior, para se habilitarem a esta maravilhosa oferta têm apenas de fazer comentário neste post a dizer: "Eu quero o livro Marta do PJ Vulter oferecido pela Bla, pelo PJ Vulter e pela Cool Books da Porto Editora".

Tão simples quanto isto.

Façam copy paste  para ser mais fácil

Serão aceites os comentários feitos até dia 13-10-2019 e o vencedor será anunciado aqui no blog no dia 14-10-2019.

Os comentários válidos serão numerados por ordem de entrada e depois será sorteado o nº através do sistema Random (https://www.random.org).

Boa sorte para todos os que decidirem concorrer!

 

 

Sinopse

Peixelim, verão de 1972. Todos se preparam para as festas da Vila e Teresa aguarda, ansiosa, o reencontro com os primos, Maria Alva e Rodrigo.

Teresa sempre viveu sob a sombra de Marta, a irmã que nunca conheceu, falecida 20 anos antes. Ao completar 16 anos, tudo piora. De repente, Marta parece ressuscitar para a atormentar ainda mais. Ela era uma assombração para toda a família, mas, inexplicavelmente, nunca se falava dela.

Toda a esperança de Teresa estava naquele alento que os primos lhe davam, nas festividades. Mas, nesse ano, nem eles conseguirão valer-lhe; Marta, e tudo o que ela significa - seja lá isso o que for -, está de regresso para atormentar a sua vida.

Marta leva-nos aos últimos tempos do Estado Novo e ao clima de suspeição e opressão reinantes. Este belíssimo romance retrata um modo de vida que para a maioria dos jovens de hoje nunca existiu, mas é parte da nossa História recente… E é bom lá voltar, de vez em quando, para sabermos dar valor à liberdade que temos.

 

 

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