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Vamos falar de... Bla bla bla

Vamos falar de... Bla bla bla

10
Set19

Vamos falar de...Devo-te a Felicidade, Sophie Kinsella

Passatempo: Oferta de livro


Bla bla bla

Sou fã da Sophie Kinsella. Comecei por ler a saga Shopaholic (Louca por Compras) e li todos os outros depois.

A quem viu o filme, deixo o apelo a que por favor não julguem os livros dela por esse filme que fica muito áquem da escrita dela.

 

 

Os livros da Kinsella são de leitura leve e sempre muito divertidos.

A escrita dela é muito fluída e conseguimos entrar facilmente na cabeça da personagem. Chega a ser caricato, porque vemos a personagem a meter-se em sarilhos e percebemos perfeitamente como é o raciocínio a levou lá. Faz sentido. Apetece-nos gritar "Nãaaaao! Não faças isso!" mas, percebemos o porquê das pesrsonagens agirem de determinada forma.

 

 

Os livros dela têm sempre a mesma linha ou base.

A personagem principal, meio trapalhona, e que acaba sempre por se ver envolvida em alguma espécie de imbróglio.

Há sempre uma paixão que à primeira vista parece improvável.

E no fim, acaba tudo por se resolver, ainda que nem sempre livre de consequências.

Contudo, nem por isso os livros dela se tornam aborrecidos e previsíveis, porque há sempre surpresas e situações inesperadas.

 

 

Se tivesse de definir os livros da Sophie Kinsella numa só palavra seria REFRESCANTE.

É impossível não rir com os livros dela.

 

 

Foi portanto o último livro desta escritora que eu escolhi para o meu primeiro passatempo em parceria com a LEYA e da qual já falei aqui.

 

Confesso que costumo ler os livros dela na versão original, em inglês, porque há muitos anos li um dos livros dela na versão portuguesa e odiei a tradução, que não correspondia de todo ao original e que me parecia adaptado para poder ser vendido em Portugal e no Brasil, para agradar ás duas variantes da língua Portuguesa.

Embora não possa atestar com toda a certeza porque confesso que não li este em versão PT, tive o cuidado de confirmar que a pessoa responsável pela tradução agora não é a mesma (nem a editora, btw) pelo que já não deverá haver este problema.

 

 

Eu comprei e li nas férias este:

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Para vocês tive o cuidado de arranjar a versão portuguesa:

 

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Em Devo-te a Felicidade conhecemos a Fixie, uma rapariga que tem a compulsão de ter tudo em ordem embora tenha bastante dificuldade em equilibrar a sua própria vida. Apesar de ela tratar dos problemas à sua volta, não consegue resolver os dela, acabando por acreditar que não merece mais do que já tem.

Fixei deixa-se ainda menosprezar pela família, mais em concreto pelos seus irmãos, e sente uma paixão platónica e tóxica por Ryan desde a adolescência.

 

Mas o inesperado acontece quando casualmente conhece Sebastian e lhe faz um favor, o qual gera uma sucessão de favores que ambos acabam por dever e pagar um ao outro.

 

É um livro que retrata muito as relações familiares (nem sempre fáceis) e que nos leva a pensar que às vezes a melhor ajuda que podemos dar aos outros é deixá-los aprender por eles mesmos.

 

 

Estão vocês a pensar "Ah e tal Bla bla, isso é muito giro e coiso, mas a gente quer saber é como é que temos o livro grátis!"

Vamos então ao que interessa: Tenho 1 livro para oferecer e para tal só tem de deixar um comentário neste post a dizer "Eu quero o livro Devo-te a Felicidade da Sophie Kinsella oferecido pela Bla e pela Quinta Essência da Leya".

Façam copy paste  para ser mais fácil

Serão aceites os comentários feitos até dia 20-09-2019 e o vencedor será anunciado aqui no blog no dia 23-09-2019.

Os comentários válidos serão numerados por ordem de entrada e depois será sorteado o nº através do sistema Random (https://www.random.org).

Portanto se querem este livro toca a comentar e boa sorte!

 

 

Adicionalmente e para a malta das redes sociais podem (e devem) ir à pagina do facebook aqui onde a editora costuma postar novidades e ofertas.

 

Se não conseguirem ser os felizes contemplados desta oferta mas quiserem comprar este livro também podem fazê-lo aqui.

 

 

Sinopse

Fixie Farr tem uma compulsão terrível: a de arranjar tudo… Seja a endireitar de um quadro, tratar de uma nódoa quase invisível ou auxiliar um amigo em apuros, ela é simplesmente incapaz de não agir. O mesmo se aplica ao negócio de família que gere com os irmãos, ainda que, em segredo, sinta por vezes que tudo recai sobre si. E quando um belo desconhecido lhe pede para ela olhar um instante pelo seu computador portátil, não é de admirar que ela diga que sim. Agradecido, Sebastian acaba por lhe rabiscar uma nota de dívida (que, evidentemente, ela não irá cobrar). Ou será que vai? É que Ryan, por quem Fixie tem um fraquinho, precisa de ajuda. E quem melhor do que Sebastian para o ajudar? Só que agora é ela que tem uma dívida para com ele e Fixie não está habituada a ver-se nessa situação. Após uma sucessão de notas de dívida, de favores insignificantes e ajudas preciosas… Fixie depressa dá por si dividida entre o passado confortável e o futuro que julga merecer. Terá ela coragem de "dar um jeito" à sua própria vida e lutar por aquilo que verdadeiramente quer?

 

 

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Bla bla bla

05
Set19

Vamos fala de...A Arte de Caçar Destinos, Alberto S.Santos

#leiturasdeverão


Bla bla bla

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Já devem ter ouvido falar deste escritor que está na berra com os seus romances históricos. Eu nunca tinha lido nada dele e escolhi este para primeiro por ser um livro de contos.

 

São sete contos, supostamente inspirados em alguns factos reais, lendas e crendices tradicionais depois fabulados pelo autor.

 

 

Quando comecei o primeiro Correr o Fado comecei a ficar ligeiramente irritada porque estava a enrolar muito para se descobrir o que era o Fado afinal. A linguagem utilizada não me soava bem,  parecia demasiado forçada.

O desenrolar da estória e dos acontecimentos parecia inverossímil e sem sentido. 

Chegou ao fim e não gostei.

 

 

Seguiu-se o Génio do Candil e comecei a ver a minha vontade de leitura a andar para trás.

Parecia mesmo uma fábula, daquelas que lemos na escola quando somos crianças. Com a moral da estória e tudo.

Era uma lenda, cheia de disparidades, sem nexo nenhum, e que dificilmente algum adulto acreditaria que pudesse eventualmente ter acontecido.

 

 

A partir daí e com o Dono do mastro, a Maria Carriça, a sombra da Deusa e filha da Viúva  a coisa melhorou, lá fiz as pazes com o livro e a leitura tornou-se mais aprazível.

Estes contos têm alusões a Bruxas e talvez por isso tenha gostado mais que já sabem que gosto de ler acerca das minhas comparsas  

 

 

No final onde o Rio acaba deixou-me desiludida em especial porque me parece que este conto não tem qualquer fundamento que não o da imaginação do autor.

 

Resumindo e baralhando, o livro é interessante embora gostasse que o autor tivesse indicado exatamente o quê era imaginado por ele e o quê fazia parte de alguma lenda ou facto histórico.

Hei-de recomendá-lo e emprestá-lo a pessoas amigas que sei que gostam do género.

 

Fiquei curiosa para ler pelo menos um dos romances históricos dele, talvez as Amantes de Buenos Aires que me parece deveras interessante.

 

 

Sinopse

Sete inquietantes histórias inspiradas no imaginário da tradição portuguesa.
O sete significa a perfeição e a abertura ao desconhecido. Os olhos de Deus e as cabeças do Diabo. É este o místico número de histórias narradas em A Arte de Caçar Destinos, onde vidas normais são perturbadas pelo inexplicável e sobrenatural.
Alberto S. Santos capta neste livro a essência da alma portuguesa que se preserva na tradição oral, nas festas dos ciclos agrários, nas práticas mágico-religiosas, onde o sagrado e o profano se unem para a salvação das almas.
Entre de mansinho neste sedutor jogo de sombras, maldições ancestrais, poções mágicas, vidas interrompidas e caçadores de fados, e descubra o seu próprio destino. Nem sempre a vida é o que parece. Nem sempre está completamente nas nossas mãos.
Com Prefácio de Fernando Alves e Posfácio de Germano Silva

 

Imagem daqui

 

 

Bla bla bla

04
Set19

Vamos falar de...Os três casamentos de Camilla S., Rosa Lobato Faria

#leiturasdeverão


Bla bla bla

 

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Umas das muitas qualidades que aprecio nos livros da RLB é que as estórias são sempre verosímeis e roçam tanto a realidade que nos esquecemos que estamos a ler ficção, que aquela pessoa que nos está a narrar não existe, que aquelas vidas são inventadas.

 

 

O titulo não engana, este livro relata a vida de Camilla que, ao longo da sua vida, se casou três vezes.

São 90 anos de uma vida de encontros e desencontros, amores e desamores, felicidade e lágrimas, encontros e perdas.

 

A Paca tornou-se a minha imaginária, se eu tiver um anjo da guarda é tal e qual como a ela que imagino.

 

 

Leiam Rosa Lobato Faria! Não se vão arrepender!

 

 

Sinopse

Aos noventa anos de vida, Camilla decide percorrer os seus diários e contar as suas memórias. A sua história é a de uma mulher que, ainda que às vezes de longe, viu o tempo e os atos mudarem o mundo.

É também a história dos seus três casamentos e do seu único amor. A vida de Camilla é feita de iguais medidas de alegria e desespero.

A sua memória é a de uma jornada de crescimento, desde a inocente casada demasiado cedo à mulher que amou e sofreu e viveu uma vida completa. E a voz de Camilla é fascinante, tal como o é o percurso da sua vida.

É a autobiografia de uma velha senhora que aos noventa anos decide contar a sua vida, incluindo o que ela possa ter de inconfessável. Desde os ambientes à narrativa (que atravessa quase um século de história ) estamos perante um livro adequadamente romântico.

 

 

Imagem daqui

 

 

Bla bla bla

 

 

03
Set19

Vamos falar de...A Terra da Bruxa, Casimiro Ramos

#leiturasdeverão


Bla bla bla

TERRABRUXA.jpg

 

Sou um bocado avessa a ler livros desta editora (imagino que percebam o porquê) mas ando numa de me contrariar, de fazer coisas que não faria, de me livrar de preconceitos, e decidi aplicar essa filosofia também aos livros.

 

 

Este livro é muito pequeno, tem 90 páginas, letras enormes, alguns desenhos como ilustrações. Lê-se em pouco mais de uma hora.

 

 

Saber que a "Bruxa d'Arruda" realmente existiu aguçou a minha curiosidade.

Mas eis que começo a leitura... e ficou muito aquém das expectativas. Esperava que estivesse mais "romanceado".

O enredo é muito fraco, mal construído, falta muita base, muito conteúdo.

As interjeições são péssimas, o discurso não é fluído nem adequado.

Chegando ao fim, ficamos exatamente na mesma como começamos. Não tem estória com profundidade para nos tocar, não tem conhecimentos suficientes para nos ensinar, não tem magia para nos tornar crentes.

 

 

Nem todos os autores são escritores, nem todos os livros são obras.

 

 

Sinopse

Esta obra baseia-se na lenda da “Bruxa d´Arruda” e, através dela é descrita uma história fictícia que integra antigas práticas das curandeiras populares.

Em simultâneo é feito o enquadramento dos acontecimentos nos inícios do século XX, com a descrição de hábitos e trabalhos rurais dessa época.

Assim, para além de constituir um conto para crianças, através de uma viagem mística, a obra pode também ser lida como um manual com receitas e curas populares e ainda como um abrir de recordações de hábitos e costumes que os mais idosos viveram

 

 

Imagem daqui

 

 

Bla bla bla

02
Set19

Vamos falar de...Todos os Nomes, José Saramago

#leiturasdeverão


Bla bla bla

Saramago é o mestre e gosto muito dos livros deles... contudo só me lembro dele quando me aborreço das leituras corriqueiras, quando o banal me começa a enfadar e os neurónios começam a ansiar por uma obra prima com mais conteúdo e substância.

 

 

Fico sempre abismada e surpreendida ao ler um livro dele porque me parece impossível que consiga escrever à velocidade do pensamento e do raciocínio. Acham que é fácil? Não é!

Quando escrevemos ouvimos as palavras na cabeça mas depois, ao transpô-las para o papel (ou teclado não é?!) pensamos mais devagar, o cérebro tende a focar-se mais na semântica, na métrica, na leis da gramática, na sonoridade, no sentido.

Ao passo que quando simplesmente pensamos as palavras surgem na cabeça a uma velocidade vertiginosa, nem sempre completas, nem sempre são precisas todas as palavras para pensar, a ideia está lá, é possível até visualiza-la, salta, muda, transforma-se e não se deixa domar nem aprisionar num texto escrito com palavras.

 

Mas ao ler Saramago sinto-me como se estivesse dentro da cabeça dele, a ouvi-lo.

 

 

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Todos os Nomes é um livro que curiosamente não tem nome nenhum; o único nome que aparece no livro é José que pode ser encarado como todos os nomes ou nome nenhum, um não-nome.

José é um funcionário da Conservatória do Registo Civil que faz coleção de recortes sob a vida de uma centena (ou um pouco mais) de celebridades, nas quais inclui ainda a ilícita cópia da ficha do registo civil.

Um dia, por lapso, traz no meio das fichas das celebridades a ficha de uma desconhecida.

Começa então a sua busca por mais informações acerca da vida dessa mulher, a qual lhe vai trazer algumas aventuras e o vai obrigar a quebrar as suas rotinas.

 

Não sei se ficou implícito ou se fui eu que depreendi, mas eu fique com a ideia que a busca em si, e sem que ninguém tenha consciência, acaba por influenciar não só quem procura mas também a vida da desconhecida que é procurada, bem como o desfecho da estória.

 

 

É Saramago, uma leitura que não agrada a todos mas que me agradou muito a mim. 

 

 

 

Sinopse

O protagonista é um homem de meia-idade, funcionário inferior do Arquivo do Registo Civil. Este funcionário cultiva a pequena mania de colecionar notícias de jornais e revistas sobre gente célebre. Um dia reconhece a falta, nas suas coleções, de informações exatas sobre o nascimento (data, naturalidade, nome dos pais, etc.) dessas pessoas. Dedica-se portanto a copiar os respetivos dados das fichas que se encontram no arquivo. Casualmente, a ficha de uma pessoa comum (uma mulher) mistura-se com outras que está copiando. O súbito contraste entre o que é conhecido e o que é desconhecido faz surgir nele a necessidade de conhecer a vida dessa mulher. Começa assim uma busca, a procura do outro.

 

 

Imagem daqui

 

 

Bla bla bla

02
Ago19

Vamos falar de...leituras de verão


Bla bla bla

IMG_20190801_162946.jpg

 

Estes vão comigo nas férias... e não sei se chegam!

 

 

São todos para leituras novas, exceto um e só um que é para (re)leitura; conseguem advinhar qual? É bom que sim, por esta altura já me conhecem!

 

Quando voltar de férias venho cá escrever sobre todos.

 

 

Boas férias para quem vai de férias, bom regresso a quem volta e muita força para quem ainda tem de esperar.

 

 

Bla bla bla