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Vamos falar de... Bla bla bla

Vamos falar de... Bla bla bla

30
Jul19

O Diabo, o Relojeiro e a Máquina dos Sacrifícios, Michael Marshall Smith


Bla bla bla

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Encontrei este livro por acaso.

A capa captou a minha atenção, o título deixou-me curiosa e a sinopse intrigou-me.

Estava com 60% desconto e era o último disponível na loja pelo que decidi comprá-lo.

 

 

Hannah Green é uma menina cujos pais estão a passar por uma separação, razão pela qual ela vai passar uns dias com o seu avô.

Juntos, avô (que é o relojeiro) e  neta,  embarcam numa aventura: o pai de Hannah desaparece misteriosamente pelo que vão à sua procura mas, ao mesmo tempo, vêem-se obrigados a ajudar o Diabo em pessoa para reparar a máquina dos sacrifícios a qual transforma em energia as más ações e a envia para o Inferno (imaginem se as energias negativas não fosse para o Inferno e ficassem neste mundo).

 

Ao lê-lo as minhas expectativas  quanto ao desenrolar da estória foram desvanecendo; o livro tinha demasiada fantasia para mim.

 

Pelo caminho, conhecemos alguns demónios engraçados (há um demónio responsável pelo azar, outro que faz com que as coisas desapareçam e apareçam em lugares inusitados...) mas mesmo estas personagens e os seus poderes podiam ter sido melhor desenvolvidos.

 

 

Acho que este escritor é daqueles que escreve os livros a imaginá-los como filmes e, realmente, acho que como filme esta estória funcionaria melhor (Michael Marshall Smith é também o autor do livro The Intruders que foi adaptado em série televisiva).

 

 

Esperava mais, muito mais, mas não deixa de ser um livro interessante.

 

 

Sinopse

Autor vencedor do British Fantasy Award e do Phillip K. Dick Award Imagine, caro leitor, a oficina de um relojoeiro. Imagine ainda que esta história se passa num mundo banal e que o relojoeiro é, também ele, um homem normal… com um talento extraordinário. Até ao dia em que alguém entra na oficina com o mais invulgar dos pedidos: uma máquina para converter a maldade do mundo em energia. Quem (pergunta-se o leitor) quererá esta bizarra extravagância? Ora, ninguém mais do que o próprio Diabo… Que, como se sabe, tem formas muito persuasivas de obter o que deseja. Passaram-se séculos, e o Diabo e a sua máquina estão a ter problemas. É então que, acidentalmente (embora se suspeite de uma certa influência maligna), a pequena e ingénua Hannah Green é arrastada para uma tenebrosa aventura maquinada pelo Diabo. Preste bem atenção, estimado leitor, pois aqui começará também a sua história, num mundo onde as aparências enganam e as coincidências não existem.

 

 

Imagem daqui

 

 

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