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Vamos falar de... Bla bla bla

Vamos falar de... Bla bla bla

31
Out19

Vamos falar de...DIa da Bruxas


Bla bla bla

 

Já vos tinha contado acerca da minha paixão por bruxas aqui.

witch.jpg

 

 

Gosto da ideia e conceito que as bruxas representam mas também acho piada à imagem cristã comercial.

 

 

Mas não se preocupem que à noite não vos aparecer a voar na minha vassoura, até porque agora as coisas estão assim:

roomba.png

 

 

Não festejo nem nunca festejei o Halloween mas acalento o sonho de um dia estar nos EUA neste dia.

 

 

Para terminar uma anedota (parva):

O marido chega a casa já muito tarde e perdido de bebado. Ao ver a mulher de vassoura na mão pergunta-lhe:

- Então? Vais varrer ou levantar voo?!

bruxa.png

 

 

 

Imagem daquidaqui e daqui (pela mesma ordem).

 

 

PS: Adorei os morceguinhos!!!!

 

 

Bla bla bla

 

31
Out19

Vamos falar de...Sapos do Ano

Nomeações 2019 - Livros


Bla bla bla

Dado o meu grande amor por livros confesso que fiquei muito contente por ter sido nomeada para esta categoria em particular  

 

SAPOS DO ANO 2019

LIVROS

oscar.jpg

 

Amanhã serão anunciados os cinco finalistas.

Entretanto espreitem (e sigam) os restantes nomeados:

A mulher que ama livros - https://amulherqueamalivros.pt/

Bibvirtual - https://bibvirtual.blogs.sapo.pt

Desabafos Agridoces - https://desabafosagridoces.blogs.sapo.pt/

Histórias à Beira Rio - https://historiasabeirario.blogs.sapo.pt

Horas Extraordinárias - https://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt

Livrologia - https://livrologia.blogs.sapo.pt/

Livros de cabeceira e outras histórias - https://happy-stiletto.blogs.sapo.pt/

Livros que são amigos - https://livrosecoisasdavida.blogs.sapo.pt

My Books News - https://mybooksnews.com/

Nariz de Cera - https://narizdecera.blogs.sapo.pt/

O Livro Pensamento - https://olivropensamento.blogs.sapo.pt/

Stone Art Books - https://stoneartbooks.blogs.sapo.pt/

Vamos Falar de… bla bla bla - https://vamosfalardeblablabla.blogs.sapo.pt/

Ministério dos Livros - https://ministeriodoslivros.blogs.sapo.pt/

 

 

O meu agradecimento  para quem votou em mim e ainda para a Magda e o David que se dispõe a esta herculanea tarefa.

 

 

Bla bla bla

 

31
Out19

Vamos falar de...Novo Passatempo!!!

Oferta de Livro: A Maldição do Marquês de Tiago Rebelo


Bla bla bla

 

Sempre querem um livro?

Grátis!?!

Sim, a partir de hoje já se podem inscrever no passatempo!

 

Desta vez a Leya/Asa presenteiam-nos com o novíssimo livro A Maldição do Marquês de Tiago Rebelo.

 

nv maldição.png

 

Confesso que este livro me chamou muito atenção porque sempre tive um fascínio mórbido pela história do Marquês de Pombal e dos Távora; tive a oportunidade de estudar o tema um bocadinho mais a fundo na faculdade e portanto estou curiosa por ver qual das teorias este escritor optou por seguir.

 

 

Ao longo do mês de Novembro vou falar sobre este livro e escritor, para relembrar os mais distraídos que está a decorrer este passatempo, para vos dar o meu feed sobre a leitura e, quem sabe, mais alguma surpresa

 

 

À semelhança dos passatempos anteriores, para se habilitarem a esta maravilhosa oferta têm apenas de fazer comentário neste post a dizer: "Eu quero o livro A Maldição do Marquês do Tiago Rebelo oferecido pela Bla e pela Asa/Leya".

Façam copy paste  para ser mais fácil

Serão aceites os comentários feitos até dia 28-11-2019 e o vencedor será anunciado aqui no blog no dia 29-11-2019.

Os comentários válidos serão numerados por ordem de entrada e depois será sorteado o nº através do sistema Random (https://www.random.org).

Boa sorte!

 

 

Sinopse

José Policarpo de Azevedo, criado de um dos fidalgos mais poderosos do reino, condiciona involuntariamente os mais dramáticos acontecimentos, que mudaram Portugal no século XVIII. 

D. José reina, mas delega todas as decisões no omnipotente marquês de Pombal, que trava uma guerra de morte com a velha nobreza e os padres jesuítas.

O terramoto que arrasa Lisboa, a revolta dos índios brasileiros e o atentado contra o rei são oportunidades históricas aproveitadas com exímia mestria política pelo maquiavélico marquês de Pombal para ganhar definitivamente o poder.

Mas, a todo o momento, a obscura figura de José Policarpo de Azevedo intromete-se nos planos do homem forte do reino, que inicia uma longa e implacável perseguição para o capturar e executar. 

O destino do único e misterioso sobrevivente do massacre dos Távora, mantido em segredo durante séculos, é finalmente revelado.

Baseado em factos verídicos «A Maldição do Marquês» é uma descrição imparável das intrigas palacianas e das lutas pelo poder; dos casamentos, das traições e das luxúrias na Corte de D. José; e também uma secreta e improvável história de amor capaz de sobreviver a todas as provações.

Com uma carreira literária de quase vinte anos, marcada por alguns dos títulos de maior êxito entre os autores portugueses deste século, Tiago Rebelo é um escritor de histórias empolgantes e de personagens consistentes e tocantes a que não se consegue ficar indiferente. Autor versátil, capaz de enveredar por diferentes géneros literários, regressa agora ao romance histórico com mais uma obra incontornável depois de sucessos como «O Tempo dos Amores Perfeitos», «O Último Ano em Luanda» e «Romance em Amesterdão», entre muitos outros . Os seus livros estão publicados em países como Angola, Moçambique, Brasil, Itália, Suíça, México, Argentina ou Roménia. 

A par da atividade literária, Tiago Rebelo tem uma longa carreira no jornalismo.

 

maldiçao.jpg

 

 

Bla bla bla

29
Out19

Vamos falar de...como aceder aos passatempos

Livro grátis... em breve!


Bla bla bla

 

Como já anunciei aqui, muito em breve irei lançar novo passatempo mediante o qual irei oferecer um livro.

Grátis.

E para se habilitarem apenas vai ser preciso fazerem um comentário no post do passatempo.

 

Para referencia futura deixo aqui como podem saber se está a decorrer algum passatempo ou consultarem os passatempos já decorridos.

 

 

Para consultarem os passatempos a decorrer no computador:

site para computador

 

site pc 3

 

 

Para consultarem os passatempos a decorrer no telemóvel:

 

site telemóvel 1

 

 

E depois

site telemóvel 2

 

 

Se fizerem scroll até ao fim da página também podem aceder aqui

site telemóvel 4

 

 

 

Para consultarem os passatempos já decorridos no computador:

 

site para computador 2

 

 

Para consultarem os passatempos a decorrer no telemóvel:

site para telemóvel 3

 

 

E pronto, para vos compensar da maçada deste post, divulgo já alguns detalhes do próximo passatempo.

  • Vai ter inicio no dia 31 de Outubro;
  • Vai decorrer até 28 de Novembro;
  • É de um escritor português;
  • O livro foi publicado este mês.

Palpites?!?

 

 

E mais não digo...por agora!

 

 

Bla bla bla

 

25
Out19

Vamos falar de... Desafio dos Pássaros #7

A Constança precisa duma mascara capilar mas o teu patrão só quer que vendas compotas de abobora com


Bla bla bla

 

Á unzanos atrás um corvo confundio mê’marido Gervásio cum espantalho e rancou-lh’um’olho à bicada; ficou cum’olho bom pra ver mazu outro que lhe foi arrancado era cum certeza o‘lho dos negócios porque desd’então que pós negócios o Gervásio num tem olho nenhum.

Apercebi-me disso cand’ele veio qu’ideia de plantar abóboras para o ‘Ailôine, mas num fui capaz de lhe fazer a desfeita e ‘cidi apoiá-lo ness’iniciativa já cum’olho (o meu) nos lucros qu’ia conseguir ao plantar legumes e ósdespois estampar-lhe um selo dizendo qu’eram biológicos.

 

O ‘Ailôine chegou e num se vendou porra d´abóbora nenhuma.

O Gervásio ficou deprimido por não se lembrar qu’afinal o ‘Ailôine só se festeja nas Américas e cáze lhe caia o olho bom de tanto chorar.

Consolei-o cum mimices e contei-lhe que já tinha apalavrado c’o Mestre André, mê’patrão e dono da única mercearia lá da terra, pra nos cumprar as abóboras todas.

 

Mas na terra toda ágente cultiva um ‘cadinho de tudo, biológico num é novidade nenhuma e ‘ssim caz’abóboras começaram ápodrecer o me’patrão ordenou-me qu´as transformasse em compota pr’evitar que s’estragassem.

Pra sê diferente lembrei-me d’ajuntar à abobora as amêndoas que tinham sobrado das Páscoas passadas e que nunca mandei fora já qu’amandar fora comida é pecado.

 

Os vizinhos lá foram cumprando a merda da compota porque s’acompadeciam da’mim plo mê Gervásio sim’olho e porqu’o Mestre André meaçava que sa não vendesse as compotas todas ma despedia sem contemplações.

 

U’dia apareceu a Constança, qu’é moça da minha criação, a pedir uma máscara capilar. O mestre André assomou logo aspreitar e lançou-mum olhar como quem diz ´É bom ca vendas maiz’um frasco daquela merda ou vais co caralho!”

Pousei o frasco do shampoo concentrado e levei-lh’um frasco da compota.

Tentei convencer a pobre Constança qu’aquilo é qu’era bom pra hidratar e fortalecer o cabelo e co’alto teor de betacarotenos d’abóbora ‘inda ficava co cabelo loiro deslavado com’áquelas famosas usam agora e que dizem qu’é o estilo californiano.

A Constança chegou-se máz ao mê’ouvido e explicou-me ca máscara capilar era prás partes baixas já qu’ela tinha visto o marido a ver nas intranetis um saite chamado peludinhas cum gosto e precisava d’aumentar a pilosidade p’ir d’encontro aos gostos do marido.

Expliquei-lhe qu’assim era melhor ainda proque prá compota funcionar devia aplicá-la e ósdespois pôr o marido a lamber, “Crescem-tos pelos e o tê marido fica saciado já que tod’ágente sabe c’abóbora é rica em fibras.”

 

 

P.S.: Peço desculpa pelo prutuguês português... foi a única forma que arranjei de respeitar o limite das 400 palavras.

P.S.2: O Peludinhas com Gostos é um blog verdadeiro com o qual tive a infelicidade de me cruzar enquanto procurava locais para depilação a laser.

A Bla bla bla não é adepta desta pratica e, a promover algum grupo, seria o Peladinhas com Gosto 

Mas nada contra, sou uma pessoa sem preconceitos, pelo que para os interessados no peludinhas com gosto deixo o link aqui

 

 

Bla bla bla

24
Out19

Vamos falar de... Pedro Chagas Freitas

e o meu romper com exclusões patetas


Bla bla bla

Não sou grande fã de estórias de amor com final feliz, daqueles que terminam com o par romântico de mãos dadas a ver o por do sol à beira mar depois de terem ultrapassado um qualquer obstáculo que ameaçava os alicerces da relação.

 

Não gosto que se fale e analise exaustivamente os sentimentos.

 

Nas minhas estórias preferidas o protagonista vive atormentado, morre ou vê morrer o objeto da sua paixão, há sempre mortos e solidão, há amores e ódios viscerais, e quando chegamos ao fim sentimos o coração um bocadinho pesado.

 

 

Por causa disso tenho o hábito de fugir de livros com saquinhos, fitinhas e purpurinas e da mesma forma também não me costumo aproximar de livros que contenham no título a palavra amor e seus derivados e variantes.

 

 

Mas, como já disse aqui várias vezes, este ano decidi-me a romper com todo o tipo de preconceitos e até mesmo a contrariá-los.

Nem sempre corre bem mas na maior parte das vezes admito que tenho vindo a ser surpreendida pela positiva.

 

E é por isso que venho aqui falar-vos do novo livro do Pedro Chagas Freitas, autor do qual ainda não li absolutamente nada.

 

 

Noutra vida, eu e o Pedro trabalhámos na mesma empresa; se lhe dissessem o meu nome ele não se lembraria de mim, se lhe mostrassem uma foto provavelmente juraria a pés juntos que nunca me viu mais gorda. 

Na altura eu era apenas uma gaiata insignificante, o meu trabalho consistia em levar cafés, atender telefones e pouco mais. Era tão invisível no meio de jornalistas, redatores, editores e escritores de alto gabarito que cheguei a temer ficar literalmente transparente.

Nunca levei café ao Pedro, ele nunca me pediu para lhe fazer uma chamada, nunca me pediu para fazer reservas em restaurantes ou hotéis, nunca me pediu um copo de água... na verdade, tenho quase a certeza de que ele nunca olhou para mim e não sabe portanto sequer que eu existo.

 

Por parvoíce minha, nunca li absolutamente livro nenhum de escritores que tal como eu tivessem tido o infortúnio de ter trabalhado naquela malfadada empresa.

Obviamente que esta resolução é uma parvoíce já que uma pessoa não é o reflexo de uma empresa ou de um trabalho; afinal também eu trabalhei lá e por muito triste que tenha lá sido isso não deveria de influenciar a minha opinião acerca das pessoas que também lá trabalharam.

 

 

Como já disse não li nada sobre o Pedro pelo que não tenho uma opinião formada mas pelo que já sabia, pelo que pesquisei e é do conhecimento publico, é um escritor proliferisíssimo, está envolvido em imensos projetos literários e de escrita criativa e é muito aclamado pela critica.

 

No próximo dia 29 de Outubro a LeYa/Oficina do Livro publicam o seu novo livro M#rda! Amo-te,

MERD.jpg

 

Caso queiram assistir ao lançamento do livro estão para já marcadas duas sessões:

  • Lisboa no dia, 29 de outubro, às 18h30, na FNAC Colombo, com Ana Rita Clara e Rui Miguel Mendonça;
  • Porto no dia 8 de novembro, às 21h, na FNAC Norteshopping, com Sónia Araújo e Rute Marinho.

PCF.jpgO ponto de partida é, como habitual no autor, desarmante: “o amor é a pior coisa do mundo e não há nada melhor.”

O livro conta a história de uma escritora de livros infantis e de um humorista, protagonistas de um romance que nos questiona: saberemos mesmo quem somos? Conhecemos mesmo a pessoa que amamos? E, afinal, o que somos capazes de fazer por amor?

 

 

Sinopse

Saberemos mesmo quem somos? Conhecemos mesmo a pessoa que amamos? E, afinal, o que somos capazes de fazer por amor? Uma história de amor arrepiante, viciante, emocionante.
Uma escritora de livros infantis e um humorista são os protagonistas de um romance que não vai conseguir parar de ler.

«Amo-te. Amo-te acima do que possas imaginar, acima do que eu conseguiria imaginar. Amo-te acima de tudo e preciso que fiques acima de tudo. Preciso que fiques para mim, para ocupares o espaço que egoisticamente reservei para ti. Ouve-me. Ouve-me bem. Ouve-me e percebe a dimensão da minha falha, a largura incomportável da fenda que nos separou tantas vezes. Não quis magoar-te. Nunca quis magoar-te. Só quis proteger-te, salvar-te de mim. Sou demasiado humano para que alguém como tu me ame. Julguei-me capaz de te fugir e cada vez ia ficando mais perto de ti, mais dentro de ti. Não te amo, posso dizer. Não te amo porque o que te sinto é como o que sou. Amo-me e tu és parte do que eu sou. Amo-te porque és eu, pode ser esta a definição que consigo agora. Desculpa.»

 

 

Vou tentar arranjar um exemplar para oferecer aqui (sem promessas!).

De qualquer modo, vou por este livro na minha lista de pedidos para o Pai Natal para o ler ainda este ano e romper assim definitivamente com esta mania parva de alienar livros/escritores por motivos infundados.

 

 

E vocês? Já leram algum livro do Pedro Chagas Freitas? Algum que recomendem mais?

 

 

Bla bla bla

23
Out19

Vamos falar de...brevemente

Passatempo: Livro grátis


Bla bla bla

brevemente.png

 

Mais um livro grátis. Sim grátis! Completamente grátis, sem portes nem nada.

Não precisam de preencher um formulário.

Nem seguir o meu blog.

Nem ir ao facebook, instagram ou outra cena do género.

É só mesmo deixar comentário no post do passatempo.

 

 

E participem por favor! Caso contrário qualquer dia não recebo mais livros para oferecer devido à fraca participação... e a culpa vai ser vossa... pelo que aviso já a todos os que passam aqui que se não participarem no próximo passatempo vou fazer uma macumba para vos causar pesadelos todas as noites em que vos dou com livros na cabeça ao som da música do bla bla bla do Banco CTT  Depois não digam que não avisei!

 

 

Bla bla bla

18
Out19

Vamos falar de... Sétimo Véu, Rosa Lobato Faria


Bla bla bla

sétimovéu.png

 

Fico sempre deprimida quando acabo de (re)ler mais um livro da Rosa Lobato Faria simplesmente por chegar ao fim.

As suas personagens são tão ricas que chega a parecer que as conhecemos, que fazem ou fizeram parte da nossa vida e da nossa estória.  Rimos das suas alegrias e choramos com as suas tristezas.

 

 

O Sétimo Véu é uma saga familiar na qual a pouco e pouco se vão levantando os vários véus que nos vão dando a conhecer a vida, amores, paixões, ódios e segredos das mulheres de uma família abastada.

 

É estonteante ver como esta escritora consegue descrever com tamanha facilidade o dia-a-dia da vida de pessoas abastadas como o faz com a mesma desenvoltura para uma família de saltibancos (em O Pranto de Lúcifer); faz-me pensar que vivências experienciou ela ou com que pessoas se terá ela relacionado e quiçá assim ter-se "apropriado" das suas estórias... isto não pode ser só imaginação... tem mais qualquer coisa.

 

 

Sinopse

Uma mulher procura a razão do seu inexplicável sentimento de culpa na história da sua família. Que memórias terá herdado, que circunstâncias poderão tê-la condicionado? Uma saga familiar, ao longo do último século, no discurso direto de várias narradoras.

«Dotada de uma esplendorosa imaginação gótica, Rosa Lobato de Faria evidencia, como poucos romancistas, o poder, típico dos grandes ficcionistas, de aprisionar com firmeza o leitor no interior do seu fascinante universo, "fechando-o", durante duas ou três horas, a qualquer contacto com o mundo "cá de fora". Um notabilíssimo talento.»
EUGÉNIO LISBOA

 

 

Bla bla bla

18
Out19

Vamos falar de... Desafio dos Pássaros #6

Escreve uma história romântica baseada no clássico "O Amor, uma cabana… e um frigorífico"


Bla bla bla

 

Quando o meu marido me disse que a festa dessa noite era num sítio chamado Cabana do Amor fiquei logo com a pulga atrás da orelha.

Imaginei logo uma vivenda decrepita nos arredores de Lisboa, a decoração interior em tropical reles, palmeiras de plástico, lanternas de papel, conchinhas e estrelas do mar… Imaginei os convivas de sunga, camisas havaianas abertas, bikinis para o estridente.

 

Apesar de as gerências, os organizadores e até mesmo o Ricardo Champalimaud, costumarem ter mais tato, cuidado e gosto a escolher os locais, temas e nomes destas festas, malogrado o nome escolhido, não ia ser desta vez que haveria de correr mal.

 

As coordenadas GPS indicaram que a Cabana do Amor  ficava próxima duma praia da Costa da Caparica… humm…

Quando chegámos ao nosso destino estávamos num grande descampado de areia, não muito longe da praia, onde já estavam estacionados vários carros.

Tochas acesas indicavam o caminho a seguir.

Nunca me passou pela cabeça que a cabana fosse tão literal já que não passava disso mesmo, um barraco de madeira entre as dunas e à beira da praia que, provavelmente, durante o dia vendia gelados Olá a criancinhas e imperiais aos paizinhos.

 

Ainda pensei em pedir ao marido para voltarmos para trás, mas vi pela gigantesca protuberância nas calças e pelos seus olhos vidrados que já não havia volta a dar e que ele tinha de ir matar aquela fome de lobo.

Entrámos e a coisa já estava animada. Muito calor, muita gente meio despida. O marido teve de ir à casa de banho limpar o suor frio da testa que a antecipação lhe provocava e eu fiquei encarregue de ir buscar bebidas para o refrescar.

Perguntei a um moço que passava onde é que ficava o bar e com um sorriso de escárnio respondeu-me apontando há ali um frigorífico.

Já ia a pensar que não queria saber, o marido bem que podia estrebuchar, ali é que eu não ficava. Bebia qualquer coisa e íamos embora.

Passo a cortina onde o rapaz tinha indicado que estaria o frigorífico a desejar que pelo menos naquela espelunca houvesse vodka. Abro a porta do frigorífico e deparo-me com um frigorífico repleto de embalagens de lubrificantes e dildos de vários tamanhos, formas e feitios.

Agarrei no marido e fugi dali para fora a barafustar… Amor e uma cabana ainda vai lá mas um frigorífico?! Já foi longe de mais!

 

 

Bla bla bla

14
Out19

Vamos falar de... Feitiço da Lua, Sara Addison Allen


Bla bla bla

 

Já falei de quatro livros desta escritora e tenho gostado tanto dos livros dela que decidi reler o livro pelo qual fiquei a conhecê-la e que li pela primeira vez à mais de dez anos.

 

 

feitiçolua.png

O Feitiço da Lua é mesmo muito bonito e mimoso, cheio de magia. 

Esta escritora é eximia a dar pequenos toquezinhos mágicos a personagens, estórias, lugares... Com este livro ficamos cheias de vontade de ir para a cozinha fazer bolos, damos connosco a sentir um cheiro doce no ar, a ver um vislumbre de luz, a pensar que papel de parede retrataria o nosso estado de espírito naquele momento, a desejar ter conhecido aquele gigante gentil...

 

 

Não quero que me venham acusar de ser anti-feminista ou que estou a fazer discriminação de género mas, esta escritora em particular, será mais do agrado das mulheres... em particular das sonhadoras.

 

 

Sinopse

No seu mais recente romance mágico, Sarah Addison Allen convida-nos a visitar uma pitoresca cidade do sul dos Estados Unidos onde duas mulheres bem diferentes descobrem como encontrar o seu lugar no mundo - por mais deslocadas que se sintam.

Emily Benedict vai para Mullaby, na Carolina do Norte, na esperança de pelo menos resolver alguns dos mistérios que rodeiam a vida da mãe. Porém, assim que Emily entra na casa onde a mãe cresceu e trava conhecimento com mo avô, cuja existência sempre desconhecera, descobre que os mistérios não se resolvem em Mullaby, são um modo de vida: o papel de parede muda de padrão para se adequar ao estado de espírito do ocupante do quarto, luzes inexplicáveis dançam pelo quintal à meia-noite e uma vizinha, Julia Winterson, cozinha esperança sob a forma de bolos, desejando não apenas satisfazer a gulodice da cidade mas também reacender o amor que receia ter perdido para sempre. Mas porque desencorajam todos a relação de Emily com o atraente e misterioso filho da família mais importante de Mullaby? Ela veio para a cidade a fim de obter respostas, mas tudo o que encontra são mais perguntas.
Um bolo de colibri poderá trazer de volta um amor perdido? Haverá mesmo um fantasma a dançar no quintal de Emily? As respostas não são o nunca o que esperamos, mas nesta pequena cidade de adoráveis desadaptados, o inesperado faz parte do dia-a-dia.

 

 

Bla bla bla

 

14
Out19

Vamos falar de...de repente fez-se luz


Bla bla bla

E de repente fez-se luz!

Cai a ficha!

O que quiserem chamar-lhe...

 

 

Na verdade faz-me pena... que uma pessoa tenha de descer tão baixo para sentir alguma coisa...

 

Brincar com os sentimentos das pessoas é uma coisa muita feia; espero que o karma não te trame e te dê a provar do teu próprio veneno... entretanto faz-te à vida amigo e deixa de azucrinar quem por aqui anda!

 

 

Para todos os aqui vêm e que não perceberam nada do que para aqui escrevi acreditem que não perdem nada.

Para aquele que sabe que é a ele que me dirijo

 

 

Bla bla bla

 

14
Out19

Vamos falar de... Passatempo:o Resultado!

Marta, PJ Vulter


Bla bla bla

Chegou o dia de anunciar o vencedor do 2º passatempo que estou a desenvolver aqui no blog.

 

Para os que não sabem do que estou a falar (não sei como é possível já que eu não me calo com isto!) podem saber mais aquiaqui, aqui e aqui! E como já disse, não me calei com isto, pelo que também toquei neste assunto ainda aqui!

 

 

marta.png

 

Pois então, não vou estra com mais demoras, o vencedor do livro da Cool Books/Porto Editora Marta escrito por PJ Vulter é...

 

 

Wait for it!!!

 

 

random-marta.png

 

 

 

 

Quem ficou com o nº 6 ???

 

 

 

6 marta.png

 

 

#6 Bia  muitos parabéns!!!

Por favor envia-me para o email vamosfalarde.sapo@sapo.pt os teus dados (Nome, Morada e Código Postal) para que te possa enviar o  livro

 

Para os que não sabem a Bia também tem um blog aqui no sapo, é Um Diário de Rabiscos que tomo a liberdade de vos convidar a ir conhecer

 

 

Para os restantes, continuem a tentar!

Quanto mais pessoas concorrerem mais livros irei ter para oferecer e logo mais oportunidades terão vocês também de ganhar!

 

 

Bla bla bla

11
Out19

Vamos falar de... desafio dos pássaros #5

Estás na fila para o purgatório e Hitler está à tua frente. Ninguém o quer aceitar e a fila não anda


Bla bla bla

 

O Inferno sempre me pareceu mais apelativo que o Paraíso.

Não pelo calor, que eu até gosto de temperaturas mais amenas, mas principalmente porque imagino o Céu com muita paz, muita calma e tranquilidade e isso é tudo demasiado ZEN para o meu espírito acelerado e inquieto e só de pensar nisso começa-me a dar comichão.

Além disso, sempre disse que, quando morresse queria ir para o Inferno, já que se fosse para o Paraíso com certeza não ia conhecer ninguém.

(Não se armem em Santos que vocês também vão lá parar todos!)

Portanto estou mais que conformada com essa realidade.

 

 

O que eu não esperava é que o Purgatório fosse uma segunda versão da sala de espera do Hospital Amadora-Sintra num domingo de inferno, perdão, inverno.

Fodassse!!! Até na merda do purgatório há filas até ao caralho!?!

Bem, no fim da fila é que eu não ia ficar!

Avisei uns quantos que a Carla Kynky estava no dogging atrás de uma nuvem e foi vê-los a correr que nem cães…

 

Exceto um…

… e quem foi o único que ficou ali a fazer fila?

O cabrão do Hitler.

 

 

- Oh Adolfinho? Tu não vais espreitar a Carla a levar com eles todos ao mesmo tempo?

- Que horrorrrr! Que nojo! Essa mulher deve ser um poço de doenças!

- Olha lá não te armes em esquisitinho que eu bem sei que tu gostavas de te banhar em merda! Vi num programa do DiscoveryChannel que tu eras um coprofílico!

O cabrão corou, ficou vermelho como um tomate, mas não me contrariou.

 

Aquele bigodinho rançoso começou a dar-me vómitos e pensei que não queria ter de passar a minha eternidade a deparar-me com as fuças dele. E foi então que me ocorreu…

- Oh Donald, perdão, Adolf! Tu não queres ir para o Paraíso?

- Querer querrrro mas o S.Pedro não me quer lá.

- Oh meu! Tu convenceste 60 milhões de alemães a cometerem genocídio, não consegues convencer um santo careca?

- Mas o que é que eu digo?

- Olha, ouvi dizer que os loucos vão todos para lá a julgar pelo que escreveu o Gil Vicente, podias tentar alegar insanidade.

- Sim… sempre me disseram que eu era meio louco… mas e se não resultar?

- Se não resultar lembra-lhe que tu é que lhe encheste o estaminé!!!

Não fosses tu e estava o Paraíso às moscas!

 

 

Bla bla bla

 

10
Out19

Vamos falar de...destralhe

Pedido de ajuda para o inicio de um destralhe urgente!


Bla bla bla

Considero-me uma pessoa organizada mas a verdade é que não sou.

 

 

Sou pobre e sempre assim fui, pelo que fui educada desde sempre a aguardar tudo, aproveitar tudo, reutilizar, guardar para mais tarde. Sei que agora isso até está tudo na moda. Mas no que é que isso se traduz na realidade?

 

Em muita tralha!

 

 

Tenho cobertores que trouxe da minha mãe que nunca usei mas que estão guardados para o caso de precisar deles para um inverno glaciar que vem eventualmente a caminho.

Tenho panos e paninhos, lençóis e colchas, toalhas e toalhões que a sogra vai dando porque nunca são demais, quem sabe amanhã não tenho visitas para dormir (espero que não!).

Tenho roupas que não me lembro a última vez que usei mas quem sabe não me apetece amanhã?

Casacos aos molhos, alguns velhos que já dão sequer para levar para o trabalho mas que posso usar se estiver frio ao fim de semana...

Papéis sem fim...

Gavetas cheias de fios, carregadores, cabos e afins e que já não sei a que aparelho pertencem.

Tupperware's sem tampa, tampas sem tupperware's. Chávenas e pires desirmanados. Centenas de colheres de sopa que podem sempre fazer falta ou que vão ficando para substituir as que entretanto ficam mais velhas ou as que vão parar acidentalmente ao lixo.

Brinquedos...que tem valor sentimental, quanto mais não seja pela balúrdio que ainda se lembram de terem gasto neles, embora estejam intocados sabe Deus desde quando.

 

Estão a ver o cenário não é?

 

Agora imaginem isso tudo não tendo arrecadação nem garagem onde arrumar as tralhas.

A morar num T2 mínimo. Com um Querido. Mais duas crianças.

E ainda têm de guardar a roupa que vai deixando de servir à criança mais velha para aproveitar para dar para a criança mais nova.... o que só acontecerá volvidos 5 anos!

 

 

Todas as semanas penso que este fim de semana é que vai ser! mas, já me conhecem, preguiça em pessoa, e com tudo o resto para fazer acabo por procrastinar e deixar para depois...

 

 

Mas a verdade é que estou mesmo com vontade (e necessidade) de o fazer.

E é por isso que venho aqui pedir-vos ajuda que já sei que há por aqui muita versão tuga da Marie Kondo.

 

 

Por onde começar?

A minha ideia é fazer uma divisão por fim-de-semana, mas começo por qual? A cozinha, os quartos e a despensa são os que mais me assustam...começo por aí? Ou esses ficam para o fim?

 

Como arrumar?

A minha ideia é botar tudo para fora, fazer triagem do que se mantém e do que vai fora (lixo ou para doar), e voltar a arrumar. É esta a melhor maneira?

 

Como organizar?

Não posso gastar mais dinheiro! Por isso não me recomendem organizadores XPTO porque não posso.

Têm dicas para organização DIY que não impliquem a compra de materiais para os fazer? Coisas simples.

 

 

Que outras dicas vós destralhados tendes para me ofertar?

 

 

Muito grata a todos

 

 

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07
Out19

Vamos falar de...Entrevista com o escritor PJ Vulter

Autor do livro MARTA


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Está a decorrer o passatempo para ganharem o livro Marta de PJ Vulter, se ainda não se inscreveram podem fazê-lo aqui.

 

Tinha prometido publicar uma "entrevista" para ficarem a conhecer melhor o autor e portanto aqui a têm.

Relembro que não sou jornalista de profissão (!) e, caso queiram conhecê-lo melhor convido-vos a visitarem também o seu blog aqui.

 

 

1. Porquê "PJ Vulter"? Qual a origem da escolha de um pseudónimo tão fora do vulgar?

A resposta a esta pergunta é simples; ainda que longa... As razões são apenas simbólicas. Por um lado, quis demarcar-me - simbolicamente - dos meus trabalhos anteriores, porque queria fazer um restart; e queria, também, saber que opiniões teriam sobre "Marta" se não soubessem quem eu era de facto. Essa foi a razão primeira por que adoptei por um pseudónimo e não fiz lançamento. Por outro lado, quando ponderei adoptar um pseudónimo, queria que o mesmo fosse também emblemático; já que iria abdicar do meu nome de nascimento, para além de querer encontrar um nome que se destacasse de alguma maneira, queria também que nele tivesse contido – ainda que simbolicamente – parte da minha identidade. PJ Vulter corresponde a isso tudo…
PJ que corresponde às iniciais dos meus dois primeiros nomes: Paulo Jorge. E Vulter corresponde à tradução para o inglês – porque, como se costuma dizer, o inglês fica sempre bem – de Condor; um animal forte que voa alto e com o qual sempre tive uma identificação muito forte.
 
 
 
2. Marta é uma personagem ausente mas que ao mesmo tempo se encontra até demasiado presente. Marta imiscuía-se nas conversas e vida dos restantes personagens; sentia que ela também se imiscuía na sua escrita sem que se apercebesse? 
Sem dúvida nenhuma… Mas no meu caso todas as personagens têm um determinado grau de influência; tem que ver com o meu método de trabalho. Ao contrário de muitos escritores, eu gosto de dar rédea solta às minhas personagens; crio-as q.b. e depois vou deixando que se revelem, aos poucos e poucos, mostrando as verdadeiras cores e (porque não?) surpreendendo-me. Faz parte da minha aventura de escrever… Por exemplo, o pai do Rodrigo, o Afonso Albuquerque, «nasceu» uma figura austera e incapaz de um gesto de solidariedade; e depois…
Respondendo mais diretamente: a Marta imiscuiu-se na minha escrita no momento em que eu conheci a Teresa…
Teresa surgiu-me como uma menina de boas famílias, sem problemas de maior, mas - quando lhe dei voz – surpreendeu-me. Contou-me da dor que sentia, da assombração em que vivia; falou-me da Marta… Foi aí, nessa altura, que eu soube, pela primeira vez, da Marta; quando a Teresa me relatou o pesadelo que a atormentava: o rosto da Marta a afundar-se debaixo das águas. Mas desse momento em diante a Marta estava em todo lado. Marta não estava só em Teresa; Marta estava em Maria, no avô Antunes, no padre António… Todos os personagens tinham a Marta infiltrada nalgum aspecto da sua vida. Marta, Marta, Marta… Marta tornou-se um fantasma tão forte que, mesmo não existindo na própria história – nem como espírito nem como personagem -, assombrava toda a gente, e de tal maneira, que acabou por se assenhorear do protagonismo do romance e do próprio título.
 
 
 
3. Ao ler o livro, sente-se uma espécie de aprisionamento no início e do qual nos vamos libertando a pouco e pouco.
Com o último ponto final do livro, e enquanto escritor, também se conseguiu libertar ou "Marta" ainda o atormenta?
Eu acho que todos os escritores têm as suas «Martas»; e eu também… É isso que nos impulsiona a escrever e a contar histórias. E essas histórias abordam – recorrentemente – as mesmas temáticas ou, então, assuntos relacionados, porque são esses os assuntos e os temas que nos preocupam, que mexem connosco, que nos importam; são as nossas inquietações enquanto seres humanos. O escritor é um ser humano e, enquanto os outros seres humanos falam com os amigos sobre o que os preocupa, o escritor escreve… E eu escrevo sobre as minhas «Martas».

E, dito isto, acho que a resposta é: sim, continuo atormentado.
 
Embora deva esclarecer que não é esta Marta, a do livro, que me atormenta; ela nunca me atormentou, porque os mortos não atormentam ninguém… O que me atormentava, então, era o sofrimento da Teresa e de todos os outros que viviam subjugados por aquilo que Marta significava; e que nem culpa tinha. São os significados e consequência dos significados das «Martas» - que acima referi - que me atormentam… O que quer dizer que continuo a ter muita coisa sobre a qual escrever.
 
 
 
4. O que nos pode revelar acerca do novo romance que está a preparar?
Isto é capaz de ser um pouco surpreendente, mas «Marta» foi escrito em 2008… E nestes 11 anos já escrevi muitas coisas. E devo dizer que a minha escrita, neste tempo, evoluiu bastante. Enquanto escritor, eu procuro a evolução permanente; quer em termos de qualidade técnica, quer em termos ensaístas: gosto de arriscar novas abordagens a temas diferentes e por aí em diante… É por esse motivo que me considero um escritor multigénero; «Marta» é uma novela de contextualização Histórica, mas já escrevi Fantástico, policiais, Thrillers… Gosto de ter ao dispor todas as ferramentas que a literatura me disponibiliza para retratar as situações que me inquietam. Dito isto, o último romance que escrevi – terminada, a primeira versão, em Junho – é sobre um artefacto do futuro que é entregue a alguém do passado; a curiosidade, aqui, é que é a pessoa no futuro que decide entregar esse artefacto a si próprio no passado com o intuito de garantir que determinados eventos ocorram de forma diferente. Mas não se tratam de questiúnculas pessoais, são assuntos de interesse para a humanidade… Este romance faz parte de um conjunto de três romances - não dependentes uns dos outros, mas interdependentes; dois estão escritos, falta o terceiro. Neste momento, escrevo um outro romance, um policial; é sobre um inspector da PJ que recebe uma boa notícia e resolve ir passear até à Ericeira… E, a partir daí, há uma série de eventos que tem lugar e que colocam numa investigação onde a sua própria vida é ameaçada. Ainda está em construção, por isso não posso dizer muito mais, mas toco assuntos como a DPOC, o tabagismo, a solidão, o amor, a perda…
Quero dizer ainda - e só para terminar – que acho que o romance é como o ser humano… Nós somos isto, factualmente: uma máquina que não entendemos muito bem como funciona. E depois somos também aquilo; fascinantes na nossa forma de ver e de estar no mundo; tão fascinante que ninguém é igual a ninguém. E um romance é assim, é um livro; mas é a multiplicidade de dimensões que encerra, as histórias e historinhas de cada personagem, os enredos e subenredos, os detalhes que distinguem cada uma das personagens e que as caracterizam – e as suas bengalas – que o tornam um pedaço de magia incontornável. Um romance não é a essência da humanidade passada a papel, mas anda muito próximo disso; porque a literatura deve imitar – ainda que só q.b. – a realidade.
 
 
 
Espero que tenham gostado e não se esqueçam de se inscreverem no passatempo 
 
 
 
 
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07
Out19

Vamos falar de...novo livro de Isabel Allende!!!

Longa Pétala de Mar


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Eu já sabia, já estava à espera mas agora com a confirmação oficial de que está para breve não consigo evitar, o meu coração acelera e entro em frenesim.

 

O novo livro da Isabel Allende está prestes a ser publicado e eu mal posso esperar, quero já tratar da compra em pré-venda, todos os outros livros vão ter de esperar, este tem prioridade sobre todos, mesmo sobre os que já iniciei a leitura e que vão ficar em stand by.

 

 

Longa-Pétala-de-Mar.jpg

Creem vocês que enlouqueci, que raio de pessoa se deixa envolver tanto por um escrito assim, parece que está parva ou louca, mas é mais forte que eu, não consigo controlar, é intrínseco a mim, está-me gravado na alma.

 

Não são todos os livros ou escritores que me agitam desta maneira mas Isabel Allende é sem dúvida uma delas.

 

 

Desculpem o desabafo, que post mais sem interesse nenhum, mas estava roídinha, tinha de escrever, partilhar, extravasar...

 

 

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04
Out19

Vamos falar de... Desafio dos Pássaros #4

A Beatriz disse que não. E agora?


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Este post é mais dedicado ao sexo masculinas mas incito que a audiência feminina também participe e deixe comentário a dizer o que resulta convosco ( já perceberão mais à frente.).

 

 

Para todos os home's que têm uma "Maria" lá por casa... e quem diz "Maria" também pode dizer "Beatriz", nome que para poder respeitar o tema dos Pássaros, passarei doravante a utilizar para me referir às vossas queridas esposas, namoradas, companheiras e afins.

 

 

Ora bem, quem de vós nunca ouviu "Não" quando vão ter com as vossas "Beatrizes" com vontade para a brincadeira?

Estão todos a abanar a  cabeça para cima e para baixo em sinal de concordância certo?! Certo!

 

 

Pois bem, eu também já disse "Não" ao Querido e por isso venho partilhar convosco como contornar este não, ou melhor, como transformar um Não num "salta me já para a cueca!" (Não se preocupem meninas que não vou revelar os truques todos para que a 'gente possa continuar a dizer que dói a cabeça, que uma gaija também tem direito a dias de folga!!!).

 

Como transformar um "A Beatriz disse que não. E agora?" em um "A Beatriz disse que sim. É agora!"

  • uma coisa que sempre resulta comigo, encostam-se à Beatriz por trás, dão-lhes uns beijinhos no pescoço e sussurram-lhe umas palavras marotas ao ouvido. Assim que a Beatriz começar a sentir uma "pressão"  por trás garanto que é tiro e queda!
  • uma massagem inicialmente desprovida de interesse/cariz sexual mas que ao fim de um tempo (não sejam pelintras! pelo menos uns 10 minutos tá?!) vai-se tornando mais marota;
  • ofereçam-se para fazer as lides domésticas, especialmente uma que não tenham por hábito fazer. Para mim basta o "Querido" por-se a lavar a loiça que vou logo a correr por as crianças na cama. Sei que não é nada de especial, mas sendo o Querido homem que não mexe um dedo lá em casa, o simples ato de lavar um copo dá-me ganas de o premiar de modo a incutir-lhe um reforço positivo. E resulta? Não! Mas a culpa é minha que sou fraca e lhe dou o reforço positivo de qualquer maneira.
  • ofereçam-lhe um presente sem razão nenhuma; reembolso garantido! 
  • Se ela disser que não porque está cansada ofereçam-lhe um "i love sushi" sem esperarem contrapartidas (se o fizerem BEM garanto que as vão ter).

 

 

ilove sushi.png

 

 

 

Se MESMO assim ela continuar a dizer Não... usem a mão imaginação!

 

 

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03
Out19

Vamos falar de...Marta, PJ Vulter

Passatempo: Oferta de livro


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Descobri este livro e escritor por mero acaso.

Andava à procura de escritores que tivessem blogs e deparei-me com o blog do PJ Vulter, mesmo aqui em terras do Sapo.

 

Como sem vergonha que já sabem que sou , não tive qualquer pejo em entrar em contacto com ele para o convidar a participar nesta parceria comigo.  Felizmente ele aceitou, eu tive a oportunidade de ler o seu livro e um de vocês terá a sorte de o receber!

 

 

Sempre tive algum receio em ler livros de escritores que não conheço mas desde o inicio do ano que me propus a contrariar essa tendência e devo dizer que tem corrido bem e mais uma vez fui surpreendida pela positiva.

 

marta.png

 

Marta é a personagem que roubou a este livro  não só o título como também o protagonismo da estória, embora tenha falecido à 20 anos atrás. Mesmo assim confesso que gostaria de ter lido ainda mais acerca dela.

 

O livro é pequeno e antes ainda de chegar a meio pensei que tinha descortinado o final; enganei-me parcialmente já que o desfecho não é tão rocambolesco como a minha mente, habituada a finais inesperados dos romances de cordel, havia imaginado. 

 

A trama é viciante, lemos o livro num ápice com a sanha de saber o que afinal aconteceu a Marta, mas mesmo assim, eu gostaria de ter lido muito mais.

 

A principal crítica que tenho a apontar tem a ver com o desenvolvimento das personagens que acho que poderiam ter sido construidas mais ricamente, gostaria de saber mais pormenores das suas vidas, das suas personalidades, dos seus pensamentos.

 

 

Certamente irei ler todos  os livros que forem publicados deste escritor que me cativou com o enredo e com as palavras que tive o prazer de trocar com ele entretanto.

 

Em breve irei publicar uma "entrevista" muito breve que o escritor gentilmente aceitou fazer comigo e que recomendo vivamente, é um encanto "ouvi-lo falar" sobre os livros e sobre escrever.

Se quiserem saber mais sobre ele aconselho também que visitem (e sigam!) o blog dele ao qual podem aceder aqui.

 

 

E por esta altura, vocês já estão para aí a vociferar Mas como é que é que ganho o livro pah?! e portanto vamos ao que interessa.

À semelhança do passatempo anterior, para se habilitarem a esta maravilhosa oferta têm apenas de fazer comentário neste post a dizer: "Eu quero o livro Marta do PJ Vulter oferecido pela Bla, pelo PJ Vulter e pela Cool Books da Porto Editora".

Tão simples quanto isto.

Façam copy paste  para ser mais fácil

Serão aceites os comentários feitos até dia 13-10-2019 e o vencedor será anunciado aqui no blog no dia 14-10-2019.

Os comentários válidos serão numerados por ordem de entrada e depois será sorteado o nº através do sistema Random (https://www.random.org).

Boa sorte para todos os que decidirem concorrer!

 

 

Sinopse

Peixelim, verão de 1972. Todos se preparam para as festas da Vila e Teresa aguarda, ansiosa, o reencontro com os primos, Maria Alva e Rodrigo.

Teresa sempre viveu sob a sombra de Marta, a irmã que nunca conheceu, falecida 20 anos antes. Ao completar 16 anos, tudo piora. De repente, Marta parece ressuscitar para a atormentar ainda mais. Ela era uma assombração para toda a família, mas, inexplicavelmente, nunca se falava dela.

Toda a esperança de Teresa estava naquele alento que os primos lhe davam, nas festividades. Mas, nesse ano, nem eles conseguirão valer-lhe; Marta, e tudo o que ela significa - seja lá isso o que for -, está de regresso para atormentar a sua vida.

Marta leva-nos aos últimos tempos do Estado Novo e ao clima de suspeição e opressão reinantes. Este belíssimo romance retrata um modo de vida que para a maioria dos jovens de hoje nunca existiu, mas é parte da nossa História recente… E é bom lá voltar, de vez em quando, para sabermos dar valor à liberdade que temos.

 

 

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