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Vamos falar de... Bla bla bla

Vamos falar de... Bla bla bla

27
Mar19

Vamos falar de...coisas de mães


Bla bla bla

Com o tempo tenho vindo a descobrir nesta jornada de mãe que, conforme os nossos filhos vão crescendo, os outros pais à nossa volta nos vão impingindo várias ideias, ideais, políticas e práticas várias para criarmos e educarmos os nossos filhos, e que de acordo com os mais recentes estudos (por vezes nem sabem de quem) são as mais corretas a seguir.

 

É certo que pratiquei algumas porque realmente nelas vi vantagens, mas outras não e deixei de parte… e é aí que as porcas torcem o rabo. Note-se que estou a falar no plural, porque sim, há por aí muitas porcas mães que, ou estão com elas ou contra elas, não há espaço para as que não estão a 100%, ou é sim ou sim!

 

São várias as novas manias que andam por aí, reconhecem algumas?

 

Aleitamento

Posso dizer que para esta categoria existem duas fações:

1ª – as que defendem o aleitamento materno e crucificam as pobres coitadas que não conseguem ou não querem, seja por que motivo fôr, amamentar.

Eu amamentei as minhas crianças até aos dois anos e sou pró-amamentação MAS acho que cada mãe tem a liberdade para fazer o que conseguir, o que quiser ou achar melhor.

2ª – as que defendem que o aleitamento materno é insuficiente e que só com suplemento é que o bebé fica bem alimentado.

Atenção, não se iludam, tanto umas como outras são igualmente ferozes a defender os seus argumentos e explicações.

 

Baby Led Weaning

Para quem não sabe o que é e resumindo muito resumidamente, consiste basicamente em deixar os bebés comerem sozinhos, pelas suas próprias mãozinhas, a partir dos 6 meses, alimentos sólidos, geralmente legumes e frutas, sendo que as refeições devem ser feitas à mesa juntamente com o resto da família.

Este método ajuda a desenvolver a autonomia e motricidade da criança e tem uma série de outros benefícios que não sei de cor enumerar.

Dei frutas e legumes cortados aos pedacinhos às minhas crianças mas sem nunca tinha ouvido falar disto. Até que um dia uma colega de trabalho me deu uma valente rebocada quando comentei nesse dia que tinha de fazer sopa para a criança… afinal estava a torná-la num vegetal sem nenhuma estimulação sensorial ao dar-lhe sopa à boca e ainda insinuou que eu era preguiçosa por não deixar a criança fazer da cozinha um cenário de batalha campal... de comida.

Mais uma vez, nada contra, mas para mim tem de ser com moderação.

 

Os panos

Muito cuidado ao pesquisar este tema porque também é motivo de grande discórdia entre as mães.

O babywearing está na moda… Sling, pouch sling, ring sling, wrap, mei tai, canguru, marsúpio… há vários modelos por onde escolher.

A mesma colega que me deu o sermão do Baby Led Weaning chegou a convidar-me para participar nos encontros de um grupo a que ela pertencia no Facebook, as “Carreguedeiras” não sei de onde, porque há várias!!! Eu não sou grande fã de cultos e nunca fui a nenhum destes encontros mas pelo que percebi estas mães reúnem-se com alguma frequência para conviverem e trocar/vender/comprar panos que chegam a custar a módica quantia de € 400/m2…

Eu só usei um pouch sling da Maria Café e chorei os € 40 que dei por aquele bocado de tecido. Mas pronto até que dei uso.

 

A introdução dos alimentos

Acho que esta é a que causa mais discórdia, porque hoje em dia todas as mães vão com os pequenotes ao pediatra XPTO dos hospitais privados IN que estão na berra e o Pedi de cada uma é que sabe, é o expert, e é o que tem a ordem correta da introdução dos legumes na sopa e na alimentação da criança.

As minhas crianças foram seguidas pela pediatra no centro de saúde (SNS), e por lá quem dá essas indicações são as excelentes enfermeiras do serviço de Saúde Infantil, que nos dão um folheto feito pelos estagiários que por lá passam e aprovados por elas, com sugestões abertas dentro das possibilidades.

Por exemplo: a primeira sopa pode ser de batata ou curgete com cenoura ou abóbora.

 

Tecnologias e afins

Este é um assunto sensível.

Tenho-me vindo a aperceber que quando se fala neste tema a maioria dos pais mente ou peca muito defeito.

Está mais que generalizado que o excesso de exposição das crianças à TV, tabletes, telemóveis, etc… é prejudicial.

Está igualmente generalizado que existe um sem fim de programas de TV, apps e jogos multimédia que fomentam o desenvolvimento cognitivo e intelectual.

A dificuldade está então em encontrar balanço entre as duas.

APOSTO que nunca ouviram ninguém dizer que os seus filhos passam mais de duas horas diárias agarrados a estas tecnologias MAS se forem jantar fora com eles, se forem a casa deles no fim de semana… lá estão os miúdos agarrados.

Não estou a condenar ninguém e confesso que não é uma luta justa e não é fácil.

Pessoalmente lá por casa, ao fim de semana tenho de admitir que por vezes esse período é ultrapassado. Tenho algumas regras para evitar que aconteça, como por exemplo, não há telemóveis ou tabletes à mesa, só depois dos trabalhos de casa, têm de brincar com brinquedos físicos pelo menos uma hora (…) mas, nem sempre tenho tempo para estar em todo lado, com a casa para arrumar e tudo mais, quando dou por mim já não tenho o meu telemóvel porque foi surripiado sem que eu desse conta.

Falando dos conteúdos... jogos e YouTube… sim, já sei da Momo e da Porquinha Peppa com mensagens escondidas... e desconfio que foram aqueles pais lá dos USA que aboliram nas suas vidas todas estas tecnologias que inventaram isto para nos converter e nos fazerem sentir assustados e culpados! (Just kidding…)

No meu tempo de criança os miúdos passam a vida grudados às MasterSystem, MegaDrive, Playstation e Nintendo; jogávamos jogos de lutas como o MortalKombat, Streets of Rage, Resident Evil... desde que estivessemos sossegados estava tudo bem e ninguem temia que ficássemos traumatizados porque todos sabíamos que aquilo era só um jogo. 

 

Idade para ter telemóvel

Acho que aqui é mais ou menos consensual e socialmente aceite que as crianças podem ter telemóvel quando vão para o 5º ano de escolaridade.

Confesso… dei uns meses antes… não torçam o nariz.

 

Ainda só cheguei até aqui, veremos o que adolescência trará… (medo!)

 

Aos pais que por aqui andam, e ás pessoas na generalidade, pede-se que sejam mais tolerantes. Se fossemos todos iguais isto era aborrecido. Todos temos a liberdade para fazermos o que achamos melhor!

 

Bla Bla Bla

25
Mar19

Vamos falar de... a galinha da vizinha


Bla bla bla

modern family.jpg

Imagem daqui

 

A galinha da vizinha é melhor do que a minha...

 

Hoje encontrei por acaso uma antiga colega do meu anterior trabalho. Nunca gostei muito dela, nunca fomos amigas, mas ditam as regras da boa educação que tinha de parar para falar com ela ao invés de fingir que não a tinha visto (se bem que na verdade até tentei ).

 

Beijinhos e abraços, saltinhos e muita euforia (dela), e as perguntas da praxe... "Como tens passado? Que tens feito? Onde estás agora? Como? Quando? Onde? Porquê?..." 

 

Fui tentando responder à metralhada de perguntas, até que percebi que estava numa conversa sem fundo nenhum.

Deixo-vos um trecho da conversa, para melhor compreensão:

 

Ela: Então e agoraaa? Estás a trabalhar aonde?

Eu: Olha estou no Sítio Chato como Tudo (nome fictício 😉), já estou lá à um ano. E tu?

Ela: Ah que bom para tiiii! Sempre tiveste sorte para arranjar emprego. Já a Ana lá da empresa também chegou a chefe, mas já se esperava não é!? Pela horizontal chega-se sempre a todo o lado… Então e este ano vais de férias para ondeeee??

Eu: Vou para a terra e…

Ela: Pois tens muita sorte em não ter de pagar casa nas fériasss, né!?

Eu: ?!? Sim mas…

Ela: E o teu namorado ou marido…? Como vocês estão? Estão bem?

Eu: Sim, estamos bem também e…

Ela: Que bom para vocês! O meu também continua na mesma, sempre um chato agarrado à bola na televisão… Mas agora que estou a olhar bem para  ti... Pintaste o cabeeelo!!!

Eu: Não, já não pinto o cabelo à uns 2 anos…

Ela: Ai não! Fizeste alguma coisa de diferente que o teu cabelo não era assim. Mas fica-te bem… Enfim, olha tenho de ir andando que já me estou a atrasar para o trabalho mas a ver se combinamos para ir beber um café um dia destes, tábem?! Beijinhossss

 

E foi isto.

 

Eu tenho muita sorte, ela é uma coitadinha…

... eu estou sem paciência!

 

Decidi então bloquear o número desta pessoa da minha lista de contactos. O mais provável é que ela também nunca entre em contacto comigo para o tal café mas prefiro jogar pelo seguro.

 

Sayonara bitch!

18
Mar19

Vamos falar de... comentar ou não comentar?


Bla bla bla

Eis a questão?

 

Sou ainda muito verdinha nesta coisa blog’s, isto é o mais parecido que tenho de redes sociais, e ainda não percebi bem qual o meu papel no meio desta blogosfera.

 

Como autora, tento responder sempre aos comentários feitos aos meus post’s. Gosto muito de ver os comentários, deixa-me imensamente feliz que o façam. Mas, como já disse, não escrevo para ter comentários, nem leituras, nem seguidores. Tenho é este bichinho na cabeça, que não se cala, está sempre às voltas cá dentro a chilrear “Bla bla bla”, e a única maneira de o acalmar é quando escrevinho, geralmente em cadernos e mais recentemente por aqui.

 

Gostava de escrever sobre coisas mais sérias, literárias até, mas a verdade é que me falta não só a arte como também o engenho, e de qualquer forma este não é talvez o local e a forma mais apropriados para isso (Ou será???).

 

Aqui, as coisas saem assim, mais soltas, como me passam na cabeça, como se fosse um novelo que cai e se desenrola, começo por um lado mas acabo por outro.

 

Como leitora é que não sei bem o que fazer. Neste momento sigo cerca de 40 outros blog’s aqui no sapo. Ir ás Minhas Leituras por vezes é um pesadelo, porque cometi o erro de me por a seguir blog’s apenas por ter lido um post que gostei, sem fazer o devido backround e agora para além das minhas leituras serem inundadas por blogs que não me dizem grande coisa, também não consigo acompanhar devidamente os que efetivamente gosto. É feio deixar de seguir um blog???

 

Depois há blogs que eu visito todos os dias, na ânsia de ver se há algum post novo, mas não sei se devo comentar sempre (como forma de encorajamento) ou não. Devo comentar mesmo que não tenha nada a acrescentar?

É que há pessoas que estão em todo o lado, i.e., comentam post’s de ÉEEEEEENNEE blogs, por vezes, só a dizer “Adorei!”, ou só com um emoji, quero dizer, sapo. É suposto comentar sempre quando gostamos do blog?

 

ballon.jpg

imagem daqui

 

 

Bla bla bla

15
Mar19

Vamos falar de... Regra dos três


Bla bla bla

Estive a passar (re)vista nos meus últimos posts, que são poucos, ainda que tenha começado o blog à um mês (YEAHEY!!!), e reparei que ando a falar muito do mesmo… peço desculpa caros leitores... mas para não destoar…

 

 

A reler o meu último post sobre a primeira vez lembrei-me de outra coisa dessa altura. Não faço ideia como estão as coisas hoje porque já não estou solteira e boa rapariga à mais de uma década mas imagino, atendendo à evolução das coisas até aos dias de hoje, que são bem diferentes.

 

 

“Antigamente”, no início de uma nova relação, havia sempre uma pergunta da praxe para os novos casais, que era: “Quantos é que já tiveste?”, entenda-se por cima, por baixo, etc.

 

E isto funcionava assim:

- Uma rapariga não podia ter tido mais de três sob o risco de ser considerada uma grandessíssima rameira (para não descer de nível);

- Um rapaz não podia ter mais de seis para não ser considerado um quebra-corações, nem menos de três sob o risco de ser considerado inexperiente.

 

 

Foi criada então uma regra chamada a Regra dos Três, e juro que não estou a inventar, até no filme American Pie falam disto!

Basicamente esta regra consiste em, quando confrontados com a fatídica pergunta:

- As raparigas devem pensar no nº de rapazes com quem estiveram e dividir por três;

- Os rapazes devem pensar no nº de raparigas com quem estiveram e multiplicar por três.

Problem solved!

 

 

Como disse, as relações hoje em dia estão mais liberais, menos duradoras e a malta não está para se chatear muito, corre mal salta para outro/a, é normal e aceitável ter múltiplos parceiros ao longo do tempo, pelo que isto já não deve interessar a ninguém. Mas na década de 90 e até finais 2010 era assim, que eu lembro-me!!

 

 

Bla bla bla

11
Mar19

Vamos falar de...virgindade


Bla bla bla

Tenho de confessar que, mesmo já estando na casa dos 30, este é um assunto do qual me incomoda falar… por ter sido tão cedo. E eu não a perdi, quanto muito dei-a… de bandeja!

 

Mas foi tão cedo, tão cedo, que já me chegaram a perguntar se eu tinha perdido a virgindade ou se me tinha sido roubada.

 

As poucas amigas/colegas que me tomam por uma mulher séria (NOT), ao saberem a idade com que iniciei a minha vida sexual, não só ficaram em choque como algumas repensaram claramente a imagem que detinham de mim. Não as culpo. E portanto, se entre amigos o assunto vem à baila eu fujo à conversa para evitar responder.

 

Eu própria, já sou mãe, e só de pensar sequer se fosse uma das minhas crias a perder a sua preciosa inocência em tão tenra idade, dá-me uma coisinha má, não sei o que faria, mas acho que entrava mesmo em estado de choque.

 

Mas voltando a mim… sei que li algures um estudo qualquer que dizia que as crianças que ouvem os pais a ter relações sexuais tendem a iniciar a sua vida sexual mais cedo. Sim, eu também ouvi os meus pais (quem nunca?) mas não, não se preocupem meus paizinhos, que não me traumatizaram nem são os culpados de eu ser uma desavergonhada.

 

Eu culpo a minha melhor amiga!

Não, ela não era mais velha (temos a mesma idade) nem fizemos nenhum pacto para perdermos a virgindade no mesmo dia. Na verdade, acho que ela perdeu a dela uns bons quatro ano depois…

 

Passo então a explicar o porquê da culpa ser da minha BFF.

Imaginem duas amigas: uma é uma granda canhão, linda, morena, olhos verdes, daquelas miúdas que os rapazes partem todos o pescoço, impossível não olhar para trás… é ela; estão a ver uma sonsinha, com ar deslavado, cabelo escorrido, olhos esbugalhados… era eu!

Nesses tempos, os rapazes vinham ter comigo... para saber se a podiam conhecer (a ela!), se eu os apresentava, se ela tinha namorado…

Infelizmente, na adolescência ser mais inteligente não vale de nada e portanto tive de utilizar as armas de que dispunha para não ficar esquecida a um canto (ok, ok, eu sei! Este raciocínio também não revela grande inteligência mas lembram-se da adolescência? Bué hormonas e cenas!!!).

Já na altura eu não tinha uma só linha no corpo, só curvas, pelo que também não foi difícil atrair um rapazito uns quatro anitos mais velho obviamente, uma vez que como se sabe, na adolescência a maturidade nos rapazes e raparigas tem um fossozito temporal.

Ao fim de largos meses a coisa lá se deu. Não foi ao pôr-do-sol , não ouvi passarinhos a cantar, não foi romântico. Mas eu fiquei contente! Era o que eu queria. E até agora não me arrependi… muito.

A culpa foi da minha amiga! Era demasiado bonita ao meu lado!

 

Obviamente que agora preferia que tivesse sido mais tarde, com alguém mais significante, noutro cenário, bla bla bla, mas até hoje também não conheci ninguém cuja primeira vez tivesse sequer sido perto de perfeita.

 

Não posso deixar de ressalvar que, ao contrário do que possam pensar, o facto de ter perdido a virgindade cedo, não teve qualquer influência no nº de parceiros sexuais que tive. Posso até (orgulhar-me??) dizer que a maioria das mulheres que conheço e que só perderam a virgindade quase ou depois dos 20 anos já perderam a conta neste momento a conta aos homens que lhes passaram por cima (por baixo, lados, etc) enquanto que eu consigo contar os meus pelos dedinhos que tenho no corpo.

 

E vocês? Com que idade perderam a virgindade?

 

Ok! Ok! Eu digo a minha primeiro… 13

08
Mar19

Vamos falar de...The name is Mia


Bla bla bla

Já conhecem a Mia?

Ela está sempre a par das novidades no que diz respeito a brinquedos sexuais e partilha-as connosco.

Para mim só fica mesmo a faltar que a Mia experimente pessoalmente e faça a resenha depois, fica a dica

 

Mais recentemente, estreou-se nos contos eróticos com a dESarrumada e o Urso no blog Sensuais Palavras. Veremos o que acontece à Maria...

 

Visitem e sigam-na que vale a pena!

 

Bla bla bla

 

 

 

04
Mar19

Vamos falar de...porta dos fundos


Bla bla bla

A semana passada, a nossa querida Dessarumada e o Triptofano juntaram-se para criar uma nova rubrica, muito caliente, se ainda não leram vejam aqui o da Dessarrumada e aqui o do Triptofano. Vale bem a pena espreitar ;)

 

Mas o que me traz aqui hoje não é o tamanho mas sim as "portas de entrada", mais concretamente a porta dos fundos ou das traseiras.

 

Sexo anal...

Confesso que já tentei várias vezes mas, por muito que tente, não consigo gostar.  

Já perguntei a várias amigas minhas e, das que experimentaram, todas concordaram comigo: dói para car#&!?*!!!

Não há lubrificante suficiente no mundo que apazigue o incómodo.

 

A nivel fisionómico consigo perceber que o sexo anal seja incrivelmente satisfatório para os homens, tanto passiva como activamente, mas para as mulheres...não há grandes terminações nervosas ali.

 

A indústria pornográfica mostra contudo uma realidade diferente e sempre a considerei como publicidade altamente enganosa.

 

Entretanto, já tinha lido outros post's da dessarrumada a falar de sexo anal e agora tenho mesmo de saber o que é que afinal me está a escapar? Estarei a fazer alguma coisa mal?

 

Não conheço mesmo nenhuma mulher que admita gostar de sexo anal, o que me leva a uma série de questões: Será que me estão a mentir? Porquê? Afinal a maioria das mulheres gosta ou não de sexo anal? Como é com vocês???

 

Bla bla bla