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Vamos falar de... Bla bla bla

Vamos falar de... Bla bla bla

13
Set19

Vamos falar de...desafio dos pássaros #1

Problemas, só problemas...


Bla bla bla

Problemas, só problemas...

Como se já não fosse um problema suficiente uma pessoa sem as devidas 
competências artístico-literárias meter-se num desafio de escrita, 
decidi ainda aceitar o tenebroso desafio do Triptofano de que 
escreveria acerca de sexo, solidária com a causa #sexosemculpa 
iniciada pela dEsarrumada.

Mas do mal o menos, e realmente para uma mulher com um trabalho a 
tempo inteiro, que perde 1/3 da sua vida a andar de 
transportes públicos, com filhos, lida da casa e um blog para gerir, 
problemas e sexo estão invariavelmente interligados.

Para poupar palavras passo a enumerar:
   * é um problema arranjar energia ao fim do dia para ter sexo;
   * é um problema pôr as crianças a dormir nas respetivas camas para poder dar cambalhotas com o Querido na nossa cama à vontade;
   * é um problema quando não conseguimos pôr as crianças nas respetivas camas e tendo a nossa cama ocupada não ter outra alternativa e 
termos de acabar embrulhados no sofá;
   * é um problema quando estamos lançados, estamos no auge, quase 
quase a chegar e ouvimos um barulho suspeito à porta do quarto que nos 
obriga a parar abruptamente, agarrar numa peça de roupa à pressa e ir 
com a voz arquejante ter com uma criança que não percebe porque estás 
com um ar alucinado de quem veio a correr a meia maratona;
   * é um problema não poder fazer barulho e extravasar à vontade;
   * é um problema o sexo ter de ser renegado para a noite, quando as 
crianças dormem;
   * é um problema arranjar esconderijos para os nossos brinquedos 
numa casa com crianças que arranjam mil e um motivos para meter o 
bedelho em tudo.

Mas, para mim e a acima de tudo, é um problema não ter sexo!

Eu tenho muito, não se preocupem!

Mas acho que anda a fazer falta a muito boa gente!

Acredito que o sexo resolve muitos problemas e, nos problemas que o 
sexo não resolve, ajuda pelo menos a atenuar tensão acumulada. Por 
isso é que às vezes no meio de discussão eu viro-me para o Querido e 
digo "Pára tudo! A gente já continua. Vamos dar uma foda!” Obviamente 
ele não discute, a te(n)são liberta-se, a te(n)são alivia-se e quando 
acabamos às vezes não nos lembramos do que estávamos a discutir mas 
mesmo quando nos lembramos já não estamos tão zangados!

Por isso, se querem evitar problemas, só problemas (gravidezes 
indesejadas não estão incluídas!), vocês fodam!

 

Bla bla bla

11
Set19

Vamos falar de...Passatempo a decorrer!

Passatempo: Oferta de livro


Bla bla bla

Sabem porque é que este post aqui aparece n'Os posts mais comentados no Sapo dos Blogs Quentes?

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Não sabem?

Vão lá ver

 

 

Estou a brincar  e estou a oferecer um livro!

 

Por isso vão até lá e comentem o post com a  frase ""Eu quero o livro Devo-te a Felicidade da Sophie Kinsella oferecido pela Bla e pela Quinta Essência da Leya"." para também se habilitarem a este passatempo!

 

 

Bla bla bla

 

 

10
Set19

Vamos falar de...Devo-te a Felicidade, Sophie Kinsella

Passatempo: Oferta de livro


Bla bla bla

Sou fã da Sophie Kinsella. Comecei por ler a saga Shopaholic (Louca por Compras) e li todos os outros depois.

A quem viu o filme, deixo o apelo a que por favor não julguem os livros dela por esse filme que fica muito áquem da escrita dela.

 

 

Os livros da Kinsella são de leitura leve e sempre muito divertidos.

A escrita dela é muito fluída e conseguimos entrar facilmente na cabeça da personagem. Chega a ser caricato, porque vemos a personagem a meter-se em sarilhos e percebemos perfeitamente como é o raciocínio a levou lá. Faz sentido. Apetece-nos gritar "Nãaaaao! Não faças isso!" mas, percebemos o porquê das pesrsonagens agirem de determinada forma.

 

 

Os livros dela têm sempre a mesma linha ou base.

A personagem principal, meio trapalhona, e que acaba sempre por se ver envolvida em alguma espécie de imbróglio.

Há sempre uma paixão que à primeira vista parece improvável.

E no fim, acaba tudo por se resolver, ainda que nem sempre livre de consequências.

Contudo, nem por isso os livros dela se tornam aborrecidos e previsíveis, porque há sempre surpresas e situações inesperadas.

 

 

Se tivesse de definir os livros da Sophie Kinsella numa só palavra seria REFRESCANTE.

É impossível não rir com os livros dela.

 

 

Foi portanto o último livro desta escritora que eu escolhi para o meu primeiro passatempo em parceria com a LEYA e da qual já falei aqui.

 

Confesso que costumo ler os livros dela na versão original, em inglês, porque há muitos anos li um dos livros dela na versão portuguesa e odiei a tradução, que não correspondia de todo ao original e que me parecia adaptado para poder ser vendido em Portugal e no Brasil, para agradar ás duas variantes da língua Portuguesa.

Embora não possa atestar com toda a certeza porque confesso que não li este em versão PT, tive o cuidado de confirmar que a pessoa responsável pela tradução agora não é a mesma (nem a editora, btw) pelo que já não deverá haver este problema.

 

 

Eu comprei e li nas férias este:

iownu1.jpg

 

Para vocês tive o cuidado de arranjar a versão portuguesa:

 

felicidade.jpg

 

Em Devo-te a Felicidade conhecemos a Fixie, uma rapariga que tem a compulsão de ter tudo em ordem embora tenha bastante dificuldade em equilibrar a sua própria vida. Apesar de ela tratar dos problemas à sua volta, não consegue resolver os dela, acabando por acreditar que não merece mais do que já tem.

Fixei deixa-se ainda menosprezar pela família, mais em concreto pelos seus irmãos, e sente uma paixão platónica e tóxica por Ryan desde a adolescência.

 

Mas o inesperado acontece quando casualmente conhece Sebastian e lhe faz um favor, o qual gera uma sucessão de favores que ambos acabam por dever e pagar um ao outro.

 

É um livro que retrata muito as relações familiares (nem sempre fáceis) e que nos leva a pensar que às vezes a melhor ajuda que podemos dar aos outros é deixá-los aprender por eles mesmos.

 

 

Estão vocês a pensar "Ah e tal Bla bla, isso é muito giro e coiso, mas a gente quer saber é como é que temos o livro grátis!"

Vamos então ao que interessa: Tenho 1 livro para oferecer e para tal só tem de deixar um comentário neste post a dizer "Eu quero o livro Devo-te a Felicidade da Sophie Kinsella oferecido pela Bla e pela Quinta Essência da Leya".

Façam copy paste  para ser mais fácil

Serão aceites os comentários feitos até dia 20-09-2019 e o vencedor será anunciado aqui no blog no dia 23-09-2019.

Os comentários válidos serão numerados por ordem de entrada e depois será sorteado o nº através do sistema Random (https://www.random.org).

Portanto se querem este livro toca a comentar e boa sorte!

 

 

Adicionalmente e para a malta das redes sociais podem (e devem) ir à pagina do facebook aqui onde a editora costuma postar novidades e ofertas.

 

Se não conseguirem ser os felizes contemplados desta oferta mas quiserem comprar este livro também podem fazê-lo aqui.

 

 

Sinopse

Fixie Farr tem uma compulsão terrível: a de arranjar tudo… Seja a endireitar de um quadro, tratar de uma nódoa quase invisível ou auxiliar um amigo em apuros, ela é simplesmente incapaz de não agir. O mesmo se aplica ao negócio de família que gere com os irmãos, ainda que, em segredo, sinta por vezes que tudo recai sobre si. E quando um belo desconhecido lhe pede para ela olhar um instante pelo seu computador portátil, não é de admirar que ela diga que sim. Agradecido, Sebastian acaba por lhe rabiscar uma nota de dívida (que, evidentemente, ela não irá cobrar). Ou será que vai? É que Ryan, por quem Fixie tem um fraquinho, precisa de ajuda. E quem melhor do que Sebastian para o ajudar? Só que agora é ela que tem uma dívida para com ele e Fixie não está habituada a ver-se nessa situação. Após uma sucessão de notas de dívida, de favores insignificantes e ajudas preciosas… Fixie depressa dá por si dividida entre o passado confortável e o futuro que julga merecer. Terá ela coragem de "dar um jeito" à sua própria vida e lutar por aquilo que verdadeiramente quer?

 

 

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Bla bla bla

09
Set19

Vamos falar de...novidades

Passatempo


Bla bla bla

Provavelmente já não se lembram ou não prestaram a devida atenção, mas neste post aqui (pronto não vos obrigo a ir ler, vou já citar!) eu disse o seguinte:

"Os livros:

  • li os 6 a que comprometi e irei falar deles aqui no blog oportunamente e, quiçá , com novidades que aprazerão a todos a alguns.   "

 

Falei em novidades... ninguém com curiosidade para saber quais?!?

 

Não? Mas eu conto à mesma.

A verdade é que agora tenho uma editora parceira   e vocês é que ganham com isso.

Selo-Parceiros-Leya 2019.png

Ganhar? Como? (O quê nem importa não é seus gulosos?! Se é borla até posso estar a oferecer cascas de amendoins que vocês querem)

 

Obviamente que o podem ganhar são livros! Grátis!

 

Como? Não podem saber tudo de uma vez não é? Perdia a graça. Mas não se preocupem que estes meus passatempos à partida não hão-de implicar muito mais do que um comentário.

 

Deixo mais uma dica: o primeiro livro que vou oferecer  é um dos que li nas férias e dos quais ainda não fiz a resenha aqui no blog

 

 

Bla bla bla

 

 

 

06
Set19

Vamos falar de...lotaria genética


Bla bla bla

Antes de começar tenho de dizer (escrever?!) que este post andou a flutuar na minha cabeça; imaginei X coisas para escrever, Y ideias que queria transmitir mas, chegando aqui, a bater no teclado, dou por mim a escrever e a apagar, a ponderar as ideias, a sopesar significados, a procurar sinónimos...

 

 

 A minha avó era uma pessoa ociosa. 

Nunca tinha pensado nisso mas a verdade é que provavelmente foi ela que me transmitiu este genes ou coisa manhosa que tenho inerente a mim e que me fazem adorar preguiçar, deitar no sofá, deixar tudo para depois... não se riam, é uma doença olhar para a roupa, pensar "tenho de passar a ferro" e acabar escarrapachada no sofá a vegetar com a boca meio aberta e um fio de baba a escorrer e a pensar "Sa foda a roupa, eu mereço descansar".

 

A minha avó teve 5 filhos que foram criados pela filha mais velha, que é a minha mãe. 

Desde cedo que ela (a minha mãe) aprendeu a fazer tudo em casa, desde cuidar dos irmãos, limpar a casa, cozinhar... e não aprendeu com a minha avó ao lado dela a ensinar; aprendeu com a minha avó deitada na cama a mandar fazer e a obriga-lá para vir até à beira dela para apanhar uma cacha'porrada quando não fazia bem (por vezes até quando fazia).

Imagino a casa pequena dos meus avós, a abarrotar com 5 filhos pequenos, numa casa em que que quem fazia tudo era uma criança.

 

A minha mãe era a mais inteligente dos 5 irmãos, a que tinha melhores notas na escola, mas era tratada como escrava.

Não é portanto de estranhar que a carência de carinho a tenha levado a apaixonar-se nova, a fugir, casar, engravidar.

 

 

A minha mãe sempre foi um bocado obcecada pelas limpezas (go figure!).

Eu e o meu irmão jamais poderíamos comer em casa senão sentados à mesa, "não toquem nas paredes", "tira os pés dos sofá", "essa t-shirt tem uma nódoa" (onde?!?), "vai limpar o teu quarto", "está tudo desarrumado"...

 

 

O meu pai sempre foi machista e acha que em casa as mulheres é que têm de fazer tudo.

O que se traduziu lá em casa por eu ser obrigada a arrumar as coisas do meu irmão.

 

 

O meu avô sempre foi um mentiroso compulsivo com DPD (dependent personality disorder ou transtorno de personalidade dependente).

Ele nunca pôs os  pés num psicólogo, este diagnóstico faço-o eu baseada no facto de ele mentir constantemente para agradar quem o está a ouvir, chegando ao ponto de, imaginemos, numa conversa entre ele e mais duas pessoas que tenham opiniões diferentes, ele estar constantemente a dizer e a contradizer-se para estar de acordo com os dois, nem neutro ele consegue ser. A verdadeira opinião dele? Não sei eu nem ninguém; desconfio que nem ele saiba e que a sua resposta se altere consoante o interlocutor.

 

 

Perguntam-se vocês, se é que ainda não desistiram de ler, o porquê de eu estar a dissertar sobre os podres da minha família...

 

 

É que nas divagações várias que me assomam nas insónias apercebi-me que consegui na lotaria genética pedaços destes virtuosos traços de personalidade,  a saber:

  • sou mortalmente preguiçosa por graça da minha avó;
  • apesar do ponto anterior, sou alucinada com as limpezas, graças à minha mãe, o que, acreditem! não é fácil coordenar, atendendo à minha inerente languidez;
  • sou machista como o meu pai, ou seja, lá em casa o Querido não mexe uma palha; ele não sabe cozinhar, a arrumar não faz nada de jeito o que depois me obrigaria a fazer tudo por cima de novo, pelo que não o deixo fazer absolutamente nada;
  • como o meu avô, sempre sofri de DPD (also self diagnosed) e confesso (com muita vergonha) que na infância e juventude contava muitas mentiras inofensivas sem razão aparente.

 

E foi ao aperceber-me disso que me pus a pensar o seguinte:

se eu consegui, com muita força de vontade e auto-controlo, deixar de mentir e obrigar-me a deixar de estar constantemente a tentar agradar aos outros, será que também posso alterar o resto?

Será possível construir-me como eu quero? Ou os traços genéticos têm mais força e peso?

 

 

Não vos sei responder meus caros e começo a pensar seriamente que devia procurar ajuda...com um psicólogo...de verdade... certificado e tudo. (Algum por aí???)

 

 

Bla bla bla

05
Set19

Vamos fala de...A Arte de Caçar Destinos, Alberto S.Santos

#leiturasdeverão


Bla bla bla

artecaçardestinos.png

 

Já devem ter ouvido falar deste escritor que está na berra com os seus romances históricos. Eu nunca tinha lido nada dele e escolhi este para primeiro por ser um livro de contos.

 

São sete contos, supostamente inspirados em alguns factos reais, lendas e crendices tradicionais depois fabulados pelo autor.

 

 

Quando comecei o primeiro Correr o Fado comecei a ficar ligeiramente irritada porque estava a enrolar muito para se descobrir o que era o Fado afinal. A linguagem utilizada não me soava bem,  parecia demasiado forçada.

O desenrolar da estória e dos acontecimentos parecia inverossímil e sem sentido. 

Chegou ao fim e não gostei.

 

 

Seguiu-se o Génio do Candil e comecei a ver a minha vontade de leitura a andar para trás.

Parecia mesmo uma fábula, daquelas que lemos na escola quando somos crianças. Com a moral da estória e tudo.

Era uma lenda, cheia de disparidades, sem nexo nenhum, e que dificilmente algum adulto acreditaria que pudesse eventualmente ter acontecido.

 

 

A partir daí e com o Dono do mastro, a Maria Carriça, a sombra da Deusa e filha da Viúva  a coisa melhorou, lá fiz as pazes com o livro e a leitura tornou-se mais aprazível.

Estes contos têm alusões a Bruxas e talvez por isso tenha gostado mais que já sabem que gosto de ler acerca das minhas comparsas  

 

 

No final onde o Rio acaba deixou-me desiludida em especial porque me parece que este conto não tem qualquer fundamento que não o da imaginação do autor.

 

Resumindo e baralhando, o livro é interessante embora gostasse que o autor tivesse indicado exatamente o quê era imaginado por ele e o quê fazia parte de alguma lenda ou facto histórico.

Hei-de recomendá-lo e emprestá-lo a pessoas amigas que sei que gostam do género.

 

Fiquei curiosa para ler pelo menos um dos romances históricos dele, talvez as Amantes de Buenos Aires que me parece deveras interessante.

 

 

Sinopse

Sete inquietantes histórias inspiradas no imaginário da tradição portuguesa.
O sete significa a perfeição e a abertura ao desconhecido. Os olhos de Deus e as cabeças do Diabo. É este o místico número de histórias narradas em A Arte de Caçar Destinos, onde vidas normais são perturbadas pelo inexplicável e sobrenatural.
Alberto S. Santos capta neste livro a essência da alma portuguesa que se preserva na tradição oral, nas festas dos ciclos agrários, nas práticas mágico-religiosas, onde o sagrado e o profano se unem para a salvação das almas.
Entre de mansinho neste sedutor jogo de sombras, maldições ancestrais, poções mágicas, vidas interrompidas e caçadores de fados, e descubra o seu próprio destino. Nem sempre a vida é o que parece. Nem sempre está completamente nas nossas mãos.
Com Prefácio de Fernando Alves e Posfácio de Germano Silva

 

Imagem daqui

 

 

Bla bla bla

04
Set19

Vamos falar de...Pré-desafio dos pássaros


Bla bla bla

Como já tinha contado aqui decidi aceitar participar no desafio que os pássaros fizeram aqui na blogosfera.

 

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Também já repararam com certeza que a "passarada" anda toda em alvoroço porque foi proposto aos participantes um pré-desafio (que felizmente para mim não conta como prova de admissão!) que consiste em explicar o porquê de cada pardalito ter aceitado este desafio.

 

 

O meu já foi publicado no blog dos pássaros e, caso queiram consultar podem aceder clicando aqui.

 

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Bla bla bla

04
Set19

Vamos falar de...Os três casamentos de Camilla S., Rosa Lobato Faria

#leiturasdeverão


Bla bla bla

 

3casamentos.jpg

 

Umas das muitas qualidades que aprecio nos livros da RLB é que as estórias são sempre verosímeis e roçam tanto a realidade que nos esquecemos que estamos a ler ficção, que aquela pessoa que nos está a narrar não existe, que aquelas vidas são inventadas.

 

 

O titulo não engana, este livro relata a vida de Camilla que, ao longo da sua vida, se casou três vezes.

São 90 anos de uma vida de encontros e desencontros, amores e desamores, felicidade e lágrimas, encontros e perdas.

 

A Paca tornou-se a minha imaginária, se eu tiver um anjo da guarda é tal e qual como a ela que imagino.

 

 

Leiam Rosa Lobato Faria! Não se vão arrepender!

 

 

Sinopse

Aos noventa anos de vida, Camilla decide percorrer os seus diários e contar as suas memórias. A sua história é a de uma mulher que, ainda que às vezes de longe, viu o tempo e os atos mudarem o mundo.

É também a história dos seus três casamentos e do seu único amor. A vida de Camilla é feita de iguais medidas de alegria e desespero.

A sua memória é a de uma jornada de crescimento, desde a inocente casada demasiado cedo à mulher que amou e sofreu e viveu uma vida completa. E a voz de Camilla é fascinante, tal como o é o percurso da sua vida.

É a autobiografia de uma velha senhora que aos noventa anos decide contar a sua vida, incluindo o que ela possa ter de inconfessável. Desde os ambientes à narrativa (que atravessa quase um século de história ) estamos perante um livro adequadamente romântico.

 

 

Imagem daqui

 

 

Bla bla bla

 

 

03
Set19

Vamos falar de...A Terra da Bruxa, Casimiro Ramos

#leiturasdeverão


Bla bla bla

TERRABRUXA.jpg

 

Sou um bocado avessa a ler livros desta editora (imagino que percebam o porquê) mas ando numa de me contrariar, de fazer coisas que não faria, de me livrar de preconceitos, e decidi aplicar essa filosofia também aos livros.

 

 

Este livro é muito pequeno, tem 90 páginas, letras enormes, alguns desenhos como ilustrações. Lê-se em pouco mais de uma hora.

 

 

Saber que a "Bruxa d'Arruda" realmente existiu aguçou a minha curiosidade.

Mas eis que começo a leitura... e ficou muito aquém das expectativas. Esperava que estivesse mais "romanceado".

O enredo é muito fraco, mal construído, falta muita base, muito conteúdo.

As interjeições são péssimas, o discurso não é fluído nem adequado.

Chegando ao fim, ficamos exatamente na mesma como começamos. Não tem estória com profundidade para nos tocar, não tem conhecimentos suficientes para nos ensinar, não tem magia para nos tornar crentes.

 

 

Nem todos os autores são escritores, nem todos os livros são obras.

 

 

Sinopse

Esta obra baseia-se na lenda da “Bruxa d´Arruda” e, através dela é descrita uma história fictícia que integra antigas práticas das curandeiras populares.

Em simultâneo é feito o enquadramento dos acontecimentos nos inícios do século XX, com a descrição de hábitos e trabalhos rurais dessa época.

Assim, para além de constituir um conto para crianças, através de uma viagem mística, a obra pode também ser lida como um manual com receitas e curas populares e ainda como um abrir de recordações de hábitos e costumes que os mais idosos viveram

 

 

Imagem daqui

 

 

Bla bla bla

02
Set19

Vamos falar de...Todos os Nomes, José Saramago

#leiturasdeverão


Bla bla bla

Saramago é o mestre e gosto muito dos livros deles... contudo só me lembro dele quando me aborreço das leituras corriqueiras, quando o banal me começa a enfadar e os neurónios começam a ansiar por uma obra prima com mais conteúdo e substância.

 

 

Fico sempre abismada e surpreendida ao ler um livro dele porque me parece impossível que consiga escrever à velocidade do pensamento e do raciocínio. Acham que é fácil? Não é!

Quando escrevemos ouvimos as palavras na cabeça mas depois, ao transpô-las para o papel (ou teclado não é?!) pensamos mais devagar, o cérebro tende a focar-se mais na semântica, na métrica, na leis da gramática, na sonoridade, no sentido.

Ao passo que quando simplesmente pensamos as palavras surgem na cabeça a uma velocidade vertiginosa, nem sempre completas, nem sempre são precisas todas as palavras para pensar, a ideia está lá, é possível até visualiza-la, salta, muda, transforma-se e não se deixa domar nem aprisionar num texto escrito com palavras.

 

Mas ao ler Saramago sinto-me como se estivesse dentro da cabeça dele, a ouvi-lo.

 

 

todososnomes.png

 

Todos os Nomes é um livro que curiosamente não tem nome nenhum; o único nome que aparece no livro é José que pode ser encarado como todos os nomes ou nome nenhum, um não-nome.

José é um funcionário da Conservatória do Registo Civil que faz coleção de recortes sob a vida de uma centena (ou um pouco mais) de celebridades, nas quais inclui ainda a ilícita cópia da ficha do registo civil.

Um dia, por lapso, traz no meio das fichas das celebridades a ficha de uma desconhecida.

Começa então a sua busca por mais informações acerca da vida dessa mulher, a qual lhe vai trazer algumas aventuras e o vai obrigar a quebrar as suas rotinas.

 

Não sei se ficou implícito ou se fui eu que depreendi, mas eu fique com a ideia que a busca em si, e sem que ninguém tenha consciência, acaba por influenciar não só quem procura mas também a vida da desconhecida que é procurada, bem como o desfecho da estória.

 

 

É Saramago, uma leitura que não agrada a todos mas que me agradou muito a mim. 

 

 

 

Sinopse

O protagonista é um homem de meia-idade, funcionário inferior do Arquivo do Registo Civil. Este funcionário cultiva a pequena mania de colecionar notícias de jornais e revistas sobre gente célebre. Um dia reconhece a falta, nas suas coleções, de informações exatas sobre o nascimento (data, naturalidade, nome dos pais, etc.) dessas pessoas. Dedica-se portanto a copiar os respetivos dados das fichas que se encontram no arquivo. Casualmente, a ficha de uma pessoa comum (uma mulher) mistura-se com outras que está copiando. O súbito contraste entre o que é conhecido e o que é desconhecido faz surgir nele a necessidade de conhecer a vida dessa mulher. Começa assim uma busca, a procura do outro.

 

 

Imagem daqui

 

 

Bla bla bla

31
Ago19

Vamos falar de...desafio dos Pássaros


Bla bla bla

passaros.png

Já sabem do novo blog?

 

 

Pois é, estes autores já vossos conhecidos, que não custa relembrar, a Caracol, a Alexandra, a Drama Queen, a Fatia Mor, a Just Smile, a Magda L. Pais, a Mula e o Coiso juntaram-se para criar o Desafio dos Pássaros e também eu, (não fosse eu pessoa de bla bla blas) decidi aceitar o desafio.

 

 

Também querem? Vão sempre a tempo e podem consultar as regras aqui.

 

 

Bla bla bla

 

30
Ago19

Vamos falar de...fim das férias


Bla bla bla

As férias acabaram.

E para quem vai dizer que ainda tenho dois dias e meio digo já que o fim-de-semana não conta e que hoje ainda estou doente por isso, para mim, as férias já acabaram.

 

 

Estas férias tiverem um sabor agridoce.

Não me interpretem mal, adorei, deu para descansar, estar em família, aproveitar, bla bla bla mas...

 

 

O Algarve:

  • o tempo esteve razoável (uns dias mais fresquinhos, outros mais a assar);
  • a temperatura da água não estava gelada tipo cubos de gelo mas também não estava aquela temperatura que apetece...estava assim mais para o género "Ai está calor vou para a água" mas quando lá chegava era "Afinal está muito fresquinha, vou para a toalha";
  • o mar estava com as marés do avesso pelo que havia muitas algas; nada contra mas gosto mais delas no sushi;
  • as pessoas aos magotes (toda a gente vai para o Algarve?!);
  • os estrangeiros e restaurantes onde os empregados não falam português (sem comentários!)

Portanto, este ano tive a confirmação que tinha uma visão romanceada do Algarve da minha infância e juventude que não corresponde à realidade, ou sou eu que estou a ficar velha, a água já não me parece tão quente e começo a não ter tanta paciência para aturar certas coisas.

 

 

O Alentejo:

  • tem de ser em doses pequenas que a calmaria, paz e placidez em grandes doses a mim causam-me neuras e calafrios;
  • nunca vi tantas moscas;
  • nunca fomos picados por tantas melgas;
  • como diz o Pumba "comi como um porco" (e aqui, como o Timon, vocês dizem ....) o que tem os seus efeitos nefastos a nível gástrico e celulítico (este último então atingiu o PNR = point of no return);
  • as crianças adoraram ver ordenhar uma vaca ainda que incompreensivelmente nem isso as tenha convencido a beber a leite.

 

 

O salto tandem:

  • estava previsto saltar dos 3.000m mas já que era para a loucura aproveitei e saltei antes dos 4.200m, coisa pouca;
  • o Querido obviamente não saltou porque tem medo para o caso da coisa correr mal um de nós tem de sobreviver para tomar conta das crianças;
  • o rapaz a quem eu ia acoplada (com arneses, cordas e amarras sem fim...nada de cópulas) era engraçado e engraçou comigo pelo que a subida foi muito engraçada, com risadas e graçolas que me ajudaram com o nervoso miudinho;
  • lá em cima é tudo muito pequenino e ventoso;
  • é tão alto que não parece ser possível morrer da queda (?!?) e portanto foi só pensar "Sa f0d@" e saltar e deixar-me cair;
  • a queda é demasiado rápida, o coração dispara e por mim ficava naquilo na boa durante uma hora;
  • chegando cá abaixo aterrei graciosamente com o cu no chão, chama-se a isso gravidade (e o meu centro de gravidade é bastante considerável) à qual não ajuda estar de pernas bambas;
  • portanto sobrevivi e não vou assombrar ninguém .

 

 

Os livros:

  • li os 6 a que comprometi e irei falar deles aqui no blog oportunamente e, quiçá , com novidades que aprazerão a todos a alguns.

 

 

Lisboa/casa:

  • ainda aproveitei uns dias de praia porreiros;
  • confirmei que já não demoro um dia inteiro a recuperar de uma noite, mas sim um dia e meio a esticar para dois... como diz o Variações "quando a cabeça não tem juízo" ...
  • passei a roupa TODA a ferro mas entretanto já tenho mais;
  • para acabar as férias em beleza apanhei uma bruta de uma gripe que me deixou os últimos dias de cama sofá a tiritar de febre.

 

 

Balanço geral: Mesmo com percalços estar de férias é muito melhor que estar a trabalhar!

 

Para os que ainda vão de férias aproveitem e divirtam-se

 

Para os que como eu já foram  força!

Ao menos temos os blogs!

 

 

Bla bla bla

 

 

 

 

 

29
Ago19

Vamos falar de...férias a terminar


Bla bla bla

Sugestões para acabar as férias em beleza...

São daqueles que aproveitam os últimos dias para arrebentar com os últimos cartuchos?

Ou preferem ficar no relax, em casa sem fazer nada, a descansar nos derradeiros dias?

 

 

 

Eu?

Eu estou a aproveitar assim

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Mega doente!

 

Uma gripe de verão com febre de 39ºC...

 

Na 2ªfeira volto ao trabalho com aquele brilho resplandecente de quem vem de férias passou o fim de semana a suar a febre...

 

 

Bla bla bla

20
Ago19

Vamos falar de... #sexosemculpa


Bla bla bla

Calma!

Ainda não voltei de férias!  

E não caí do avião!!! Aliás, cair caí mas não me estatelei!

 

 

Mas hoje e depois de ler o maravilhoso post da Desarrumada, que vos peço para por favor irem ler (podem lê-lo clicando aqui), não podia ficar de braços cruzados a preguiçar, tinha eu também de vir dar voz (ou letras) a esta luta, à divulgação deste movimento.

 

Afinal Pode uma mulher falar abertamente sobre sexo na internet? 

Para mim são dois os principais problemas:

  • pessoas tarados que só querem ler e saber mais descrições e detalhes para poderem bater uma;
  • não ser levada a sério ou ser catalogada de forma errada por isso.

 

Nunca divulguei qualquer imagem minha, ninguém sabe quem sou, este blog é totalmente anónimo, mas já tive propostas indecentes e promessas de tusa eterna.

Até posso ser um trambolho mas pelos vistos só as minhas palavras por si só são capazes de hastear bandeiras... que imaginações tão férteis que por aqui andam.

 

Já divulguei que sou comprometida, que sou fiel mas, pelos vistos, como já falei sobre sexo com mulheres, festas privadas e outras aventuras é porque sou uma grande badalhoca e esse pormenor, quiçá falando com jeitinho em conversas privadas, pode ser que seja contornável...

SÓ QUE NÃO!!!  Por isso podem parar de tentar OK?!

 

É triste sermos assediadas e catalogadas desta maneira.

 

Havia um blog aqui no Sapo que publicava memes de conteúdo explicito e nunca lá vi comentários desapropriados ou desrespeitosos para o autor...mas lá está, era um homem!

 

Devia de haver uma forma de bloquear os homens de alguns posts, haver posts só disponíveis para mulheres...se bem que é injusto porque também há homens que não mereçam esta catalogação obviamente.

 

Subscrevo por completo o que disse a Tótó e muito bem (podem ler o texto integral aqui):

 

"Se eu acho que devemos falar sobre sexo? Devemos. Se tenho vontade de escrever sobre isso? Tenho, às vezes gostava de saber das vossas experiências para tirar certas dúvidas minhas e no geral. Mas se tenho receio, tenho. Principalmente, por ter que ler e quiçá responder a comentários como os que a desarrumada teve que se confrontar. Eu não quero ser insultada, sentir-me abusada..."

 

 

Pessoalmente não prevejo que venham a haver alterações num futuro breve e a curto prazo pelo que vou continuar a falar deste tema com moderação.

 

Contudo também eu estou disponível para qualquer questão que queiram expôr, qualquer partilha, dúvida, o que quer que seja, caso também tenham os receios já falados acima e prefiram por isso "falar" de uma forma mais privada. O meu email também está na barra lateral direita e é este vamosfalarde.sapo@sapo.pt

Já sabem  que os DEPRAVADOS são corridos ao pontapé ou não levam resposta de todo, mesmo que sejam "loiros e todos definidos com uma ponta de 20 metros e morem mesmo ao pé do meu trabalho" ok joaasilv@ ?!!!! 

 

 

 Uma  vez mais um grande obrigada para a Desarrumada, para a Tóto e para a Mia, por terem a coragem de tocar neste assunto abertamente e sem culpa e por me inspirarem a fazer o mesmo!

 

 

Bla bla bla

02
Ago19

Vamos falar de...leituras de verão


Bla bla bla

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Estes vão comigo nas férias... e não sei se chegam!

 

 

São todos para leituras novas, exceto um e só um que é para (re)leitura; conseguem advinhar qual? É bom que sim, por esta altura já me conhecem!

 

Quando voltar de férias venho cá escrever sobre todos.

 

 

Boas férias para quem vai de férias, bom regresso a quem volta e muita força para quem ainda tem de esperar.

 

 

Bla bla bla

02
Ago19

Vamos falar de...férias


Bla bla bla

Pois é, também eu vou de férias!

 

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Vou rumar aos Algarves onde sempre passei as minhas férias de infância e das quais guardo tão boas recordações.

O Querido não é grande fã, porque não gosta de praia, mas faz o sacrifício por mim.

 

 

Pelo caminho vou passar pelo Alentejo para me atirar de um avião. Literalmente.

Prenda do meu irmão querido, que sonha secretamente que eu morra para ser o único herdeiro da nossa vasta herança. Mentira! Os meus pais são pobretanas como eu e a deixarem-nos alguma coisa serão somente dividas.

Saltar de paraquedas é um dos itens da minha #lista de coisas a fazer antes de morrer e estou muito ansiosa por isso e com medo e com excitação. Tudo assim misturado num grande frenesim!

Se virem nas noticias que uma mulher se espatifou no chão, caída de um avião, abrindo uma cratera de despojos humanos e chocolates, já sabem que fui eu, mas não contem a ninguém que mesmo depois de morta quero que a minha identidade aqui permaneça secreta.

Tratem por favor de cumprir que os desejos dos defuntos são para respeitar e caso deem com a língua nos dentes é certo que virei assombrar-vos sob a forma da música do bla bla bla do slogan do crédito habitação do banco CTT a passar sem fim pelas vossas cabeças.  Fica o aviso!

 

 

Para os que vão de férias boas férias! Para os que não vão...vingam-se depois.

Volto à séria em Setembro. Se não cair e me despenhar do avião...

 

 

Imagem daqui

 

Bla bla bla

01
Ago19

Vamos falar de...NS4W


Bla bla bla

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NS4W = Not Suitable For Work / Não apropriado para o trabalho

 

Outro dia estava à conversa no Whatsapp com o Zé e a Bela, estávamos na galhofa a imaginar como seria se abrisse um dos vídeo dos que trocamos (não sabem do que estou a falar?! falámos disso aqui) a meio de uma reunião de trabalho...

Não, calma, não foi isso que me aconteceu, mas pensar nisso trouxe-me à memória uma situação caricata que se passou comigo à uns anos.

 

 

Quem nunca praticou sexting?

Eu e o Querido 'sextamos... e muito. Não digo que seja todos os dias mas quase.

Fazemos assim uma antevisão do jogo para dar mais fome e entusiasmo.

 

Posto isto, aqui à uns anos eu trabalhava numa empresa em que se me atravesse sequer a mexer no telemóvel para ver as horas levava com o olhar fulminante da minha chefe e tínhamos todas (eu e as colegas em volta) de a ouvir grasnar a dizer que não podíamos mexer no telemóvel e bla bla bla.

Solução? E-mails.

Sei que é contraproducente trocar emails com conteúdo explicito, com o marido, no trabalho mas olha... sa fod@. Certo é que já sai de lá e nunca fui apanhada nem arranjei problemas por causa disso.

 

 

Então? Porquê este post?

Porque uma vez me enganei.

E enviei o email para o remetente errado.

Felizmente foi parar a uma colega, que embora não me fosse muito chegada, tanto quanto sei, guardou o meu segredo até hoje.

Na altura ela respondeu-me diretamente ao email:

"Bla bla,

Por muito agradável que pareça acho que o email infra não é para mim. :) "

 

 

Confesso que congelei, fiquei vermelha e branca, senti literalmente que ia desfalecer e que o meu coração ia explodir no peito, tal era vergonha  Eu respondi, pedi desculpa, a explicar que era para o marido e que vergonha!

Nunca falámos sobre isso cara a cara.

Morreu ali.

 

 

Hoje e olhando para trás penso que devia ter dado mais importância e prestado a devida a atenção ao que ela me estava a dizer "Por muito agradável que pareça..." mas na altura ainda não estava virada para esse lado e estava enxague de vergonha.

 

Imagem daqui

 

 

Bla bla bla

30
Jul19

O Diabo, o Relojeiro e a Máquina dos Sacrifícios, Michael Marshall Smith


Bla bla bla

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Encontrei este livro por acaso.

A capa captou a minha atenção, o título deixou-me curiosa e a sinopse intrigou-me.

Estava com 60% desconto e era o último disponível na loja pelo que decidi comprá-lo.

 

 

Hannah Green é uma menina cujos pais estão a passar por uma separação, razão pela qual ela vai passar uns dias com o seu avô.

Juntos, avô (que é o relojeiro) e  neta,  embarcam numa aventura: o pai de Hannah desaparece misteriosamente pelo que vão à sua procura mas, ao mesmo tempo, vêem-se obrigados a ajudar o Diabo em pessoa para reparar a máquina dos sacrifícios a qual transforma em energia as más ações e a envia para o Inferno (imaginem se as energias negativas não fosse para o Inferno e ficassem neste mundo).

 

Ao lê-lo as minhas expectativas  quanto ao desenrolar da estória foram desvanecendo; o livro tinha demasiada fantasia para mim.

 

Pelo caminho, conhecemos alguns demónios engraçados (há um demónio responsável pelo azar, outro que faz com que as coisas desapareçam e apareçam em lugares inusitados...) mas mesmo estas personagens e os seus poderes podiam ter sido melhor desenvolvidos.

 

 

Acho que este escritor é daqueles que escreve os livros a imaginá-los como filmes e, realmente, acho que como filme esta estória funcionaria melhor (Michael Marshall Smith é também o autor do livro The Intruders que foi adaptado em série televisiva).

 

 

Esperava mais, muito mais, mas não deixa de ser um livro interessante.

 

 

Sinopse

Autor vencedor do British Fantasy Award e do Phillip K. Dick Award Imagine, caro leitor, a oficina de um relojoeiro. Imagine ainda que esta história se passa num mundo banal e que o relojoeiro é, também ele, um homem normal… com um talento extraordinário. Até ao dia em que alguém entra na oficina com o mais invulgar dos pedidos: uma máquina para converter a maldade do mundo em energia. Quem (pergunta-se o leitor) quererá esta bizarra extravagância? Ora, ninguém mais do que o próprio Diabo… Que, como se sabe, tem formas muito persuasivas de obter o que deseja. Passaram-se séculos, e o Diabo e a sua máquina estão a ter problemas. É então que, acidentalmente (embora se suspeite de uma certa influência maligna), a pequena e ingénua Hannah Green é arrastada para uma tenebrosa aventura maquinada pelo Diabo. Preste bem atenção, estimado leitor, pois aqui começará também a sua história, num mundo onde as aparências enganam e as coincidências não existem.

 

 

Imagem daqui

 

 

Bla bla bla